Não leio jornal, leio títulos, alguns leads e uma ou outra coluna mais quente. Esta tarefa não me consome mais que 5, no máximo 10 minutos. Hoje o Correio me tomou mais tempo. Primeiro, a capa, muito boa. Achei que o formato fosse limitar o abre das fotos, não limitou. Depois, a matéria sobre a morte de Stella Maris, uma gaveta bem bolada, já que sua morte estava anunciada. Muito boa. O cochilo foi do editor, que disse no “olho” (ainda é este o nome?) que a morte dela foi consequencia da “forte dor de perder um parceiro”. Como, se a musa do nosso poeta estava em coma?
Ontem não tinha ido com a cara do novo formato do Correio. Hoje capitulei. Tá ótimo. Só não tenho saco para a leitura folheada na internet. Papel é papel, tela é tela. Levar o formato de um para o outro suporte toma tempo e enche o saco do leitor, fora a demora para carregar. Poderiam ter se diferenciado nisso também.
O positivo desta história é que A Tarde vai reagir ao crescimento inevitável do Correio, por conta da dobradinha qualidade/preço. E espero que libere também o conteúdo na internet, pelo amor de Deus. Falar em Deus, queira ele a Tribuna de Geddel, digo, de João Henrique, quer dizer, da Bahia resolva também largar o osso fácil da bajulação por uns trocados, honrar o velho nome e entrar também nesta briga pelo mercado. Ganharíamos todos muito mais.

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