You are currently browsing the category archive for the 'Agronegócio' category.
Caravana Seagri Mais Alimentos encerra etapa em Jequié
A caravana Seagri Itinerante Mais Alimentos-Bahia, que está levando um verdadeiro shopping center de máquinas e implementos agrícolas ao interior do Estado, está nesta sexta-feira, (13) no município de Jequié, onde encerra esta primeira fase do projeto com o sorteio de um trator e vários outros brindes para os agricultores familiares que estiveram nas cidades por onde a caravana passou, (Feira de Santana, Santo Antonio de Jesus, Ituberá e Jaguaquara)..
Durante todo o dia, o que há de mais moderno em maquinário e implementos voltados à agricultura familiar será mostrado no Parque de Exposições Agropecuárias de Jequié. A expectativa, de acordo com o coordenador nacional do Programa Mais Alimentos, Hercílio Matos, é finalizar a caravana na Bahia com a marca de R$ 26 milhões em negócios encaminhados, volume correspondente ao alcançado na safra 2008/2009 em toda a região Nordeste.
Criado em 2008 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para a modernização produtiva das unidades familiares agrícolas de todo o País, o Mais Alimentos oferece vantagens em relação às condições de financiamento praticadas no mercado. Entre elas, crédito de até R$ 100 mil, juros de 2% ao ano, três anos de carência e sete anos para quitar o financiamento. Mas na Bahia, conforme explica o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, Roberto Muniz, é diferente.
“Aqui o agricultor não paga juros. O governo do Estado é quem paga os juros para estimular o agricultor a modernizar, a colocar tecnologia em sua propriedade, melhorando a produção e a qualidade de vida de sua família”. O pagamento dos 2% de juros por parte do Estado foi autorizado pela Lei aprovada pela Assembléia Legislativa instituindo medidas de estímulo à renegociação de dívidas oriundas do PRONAF. Muniz enfatiza que “esta primeira fase do projeto termina hoje, (13), em Jequié, mas as condições que colocamos à disposição dos nossos agricultores familiares continuam. É só ir a uma agência do Banco do Brasil ou do Banco do Nordeste do Brasil e dizer que quer utilizar o Programa Mais Alimentos”.
Josalto Alves –Assimp/Seagri 71 3115.2794 9609.8217 Secretaria de Agricultura Assessoria de Comunicação 71 3115-2767/2794/2737
Chefe de Gabinete da Seagri Recebe Missão da Venezuela
.
Com o objetivo de buscar cooperação técnica no que diz respeito à agricultura, foi realizada hoje (11), na secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), uma reunião com o Governo Venezuelano de Arágua, representados pelos membros das comissões Ramon Isea, Jorge Tejera , Wilfredo Oliveiros Alison Ledezma e Mauricio Balbi e do subsecretario da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, e dos técnicos da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA). Na ocasião foi apresentado o Estado da Bahia aos venezuelanos pela equipe técnica da EBDA.
Após apresentação e discussão sobre produção de alimentos especifico como milho, caprinos, bubalinos, bovinos, hortaliças dentre outros.
Foi proposto pelo subsecretario uma elebração de um protocolo de cooperação técnica entre os governos do Estado e o governo do Arágua através de suas secretarias de agricultura, um agendamento de uma missão técnica do Arágua, para realização de um diagnostico, das potencialidades e das características edafoclimática da região,servindo de subsidio para o acordo de cooperação técnica, além de uma visita de técnicos da Arágua á Bahia para conhecer funciona a agricultura do estado.
De acordo com o subsecretario Eduardo Salles, a reunião foi muito proveitosa, tendo em vista que foram colocados em pauta assunto de interesses dos venezuelanos. Como a produção de sementes, colheita e pós- colheita, agroindústria, piscicultura, bovinocultura, caprinoovinocultura e dentre outros. “Essa cooperação técnica que foi discutida vai poder mostrar o potencial do estado na agricultura”. Concluiu. Segundo o representante da comissão Ramon Isea, a conversa com os representantes da secretaria da Agricultura do Estado gerou um interesse de impulsionar a área da agricultura. “Hoje podemos traçar algumas temáticas em relação à Piscicultura e segurança alimentar,” falou. fotocredito Edleide da hora
Ascom/Seagri 11.11.2009 Edleide da Hora - Imprensa/Seagri 71 3115 2767/2737/9156 0422
Produtores de cacau terão
R$ 200 milhões para investimento
O anuncio da liberação de R$ 200 milhões para a retomada da produção e arenegociação de cerca de 5 mil contratos de financiamento marcaram a reunião da Câmara Setorial de Cacau, realizada hoje (27) na sede regional da Ceplac, em Ilhéus. A renegociação das dívidas é considerada um passo fundamental na implantação do Plano de Desenvolvimento do Agronegócio na Região Cacaueira da Bahia, o PAC do Cacau. Graças a uma mobilização do governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, e dos segmentos da cadeia produtiva do cacau, o cultivo foi considerado sistema agroflorestal e inserido no FNE Verde, com o prazo de pagamento dos débitos sendo estendido para 20 anos, com oito de carência e doze para a quitação. O secretário da Agricultura, Roberto Muniz lembrou que o início das renegociações consolida a inclusão do cacau no FNE Verde, e enfatizou o grande interesse e vontade do governo Wagner de recuperar e estimular o desenvolvimento da região, que engloba mais de 100 municípios.
“Agora, o nosso grande desafio é verticalizar a cadeia produtiva, instalando fábricas de massa de cacau e também de chocolate”. Segundo ele disse “não podemos mais continuar vendendo apenas amêndoas. Temos que industrializar nossa produção e mostrar ao mundo o que somos capazes de fazer”. Conforme disse o secretário, o Banco do Brasil, (BB) e o Banco do Nordeste do Brasil, BNB, vão investir na região do cacau, nestes dois últimos meses do ano, R$ 200 milhões, para a retomada da produção. “Esses novos recursos são destinados aos 30 mil produtores de cacau da região, tanto os que estão incluídos na renegociação como aqueles que não têm débitos”. O secretário Roberto Muniz destacou como fato importante que “os pequenos produtores terão acesso a novos créditos depois de 20 anos de crise”. Ele disse ainda que para o ano de 2010 o cacau será incluso no plano safra da secretaria, e os bancos já garantiram que vão destinar recursos sem limites para a região. O superintendente do BNB na Bahia, Nilo Meira, revelou que o banco acredita no potencial da região e que vai investir tanto no cacau como na diversificação e em outros setores da economia, incluindo a verticalização do cacau, estimulando a instalação de fábricas de chocolate. Para Henrique de Almeida, presidente da Associação dos Produtores de Cacau,
APC, o início das assinaturas dos contratos de renegociação e o anúncio da liberação de novos recursos representam um passo importante na luta pela recuperação do cacau e de toda a região.
“Até agora já temos 8.664 operações amparadas pela Lei 11.775/2008, que criou o PAC do Cacau, mas faltam ainda 6.094 que ficaram de fora. Acreditamos e confiamos no governo que prometeu e está se empenhando para que essas operações também possam ser renegociadas, alcançando assim a todos os produtores que ficaram endividados”. OPERAÇÕES Os três contratos assinados nesta terça-feira, (27) por produtores da região representam 4.858 operações, (1.100 operações do BB, no valor de R$ 122 milhões; 2.135 operações da Desenbahia no valor de R$ 20 milhões, e 1.623 operações do BNB, no valor de R$ 16 milhões), que já estão prontas para assinaturas dos contratos. Essas operações fazem parte do total de 8.664, no valor de R$ 482 milhões, enquadradas na Lei 11.775/2008, que criou o PAC do Cacau. Esses números se tornaram claros depois que, por solicitação da Seagri, os agentes financeiros traçaram, pela primeira vez, o perfil da dívida do cacau, revelando o total de 14.758 operações, no valor total de R$ 947,4 milhões. Destas, 6.094 não foram alcançadas pela Lei 11.775 e são alvo das gestões que o governo da Bahia, através da Seagri e da Câmara Setorial do Cacau vem desenvolvendo junto ao Ministério da Agricultura para permitir a renegociação. Uma das pessoas que assinaram a renegociação foi o produtor Carlos Alberto Fraife Barreto, que cultiva 17 hectares de cacau em Coaraci. Até 1993, ele produzia cerca de 1.400 arrobas de cacau por ano, mas com a incidência da vassoura- e-bruxa a produção caiu para 108 arrobas/ano. Fraife pretende investir no cultivo de clones de cacau resistentes a doenças e com alta produtividade, para atingir a produção de mil arrobas em três anos.
“Graças ao PAC do Cacau, a região terá uma nova oportunidade de se desenvolver”, afirma o produtor. José Batista Bonfim, pequeno produtor em Mascote, renegociou suas dívidas com um desconto de 50%, e está otimista: “agora poderei melhorar a plantação de cacau e voltar a produzir em condições de garantir o sustento da família”. Bonfim que chegou a produzir 2.500 arrobas/ano, viu sua produção cair para apenas 100 arrobas/ano. “Chegou a hora da retomada, vamos viver um novo tempo no Sul da Bahia”, afirmou. Além da renegociação das dívidas e a obtenção de novos créditos, o PAC do Cacau contempla outras ações como o adensamento da área plantada com cacau, diversificação de culturas com a distribuição de mudas de seringueiras, dendê e fruteiras, mudas de cacau resistentes à vassoura-de-bruxa, contratação de técnicos para assistência técnica e erxtensão rural e capacitação de produtores para novas práticas de manejo. A reunião, coordenada pelo secretário de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Roberto Muniz, contou com as presenças do secretário estadual de Meio Ambiente, Juliano Matos, o diretor geral da Ceplac Jay Wallace, os prefeitos de Ilhéus, Newton Lima, e de Itabuna, capitão Azevedo; e dirigentes da Associação dos Produtores de Cacau, Banco do Nordeste, Desenbahia e da Associação dos Municípios Região Cacaueira. Estavam presentes também o diretor geral da Adab, Cássio Ramos Peixoto; o presidente da Bahia Pesca, Isaac Albagli de Almeida, o superintendente da Agricultura Familiar da Seagri, Ailton Florencio, o diretor executivo de agricultura da EBDA, Hugo Pereira de Jesus; o superintendente da Ceplac/Itabuna, Antônio Zózimo, dentre outras autoridades e convidados. Ascom Seagri – Josalto Alves /Daniel Thame DRT-Ba 224
Bahia vai produzir vinhos finos com tecnologia francesa
.
.
Trazer para a Bahia a tecnologia francesa para produção, em médias e pequenas vinícolas, de vinhos e espumantes de qualidade, em sistemas de cooperativas no Vale do São Francisco e em outras regiões do Estado, a exemplo da Chapada Diamantina. Este é o objetivo do protocolo de intenções assinado pelo governo do Estado da Bahia, com interveniência da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, com a Cave Coopérative des Riceys. Pela Bahia assinaram o documento o governador Jaques Wagner, e o secretário Roberto Muniz, e Christian Jojot, presidente da Cave Coopérative des Riceys. Este foi um dos resultados da viagem da delegação baiana à França, onde participou do Salon du Chocolate e visitou as cooperativas produtoras de vinho.
“Nosso objetivo é criar condições para o acesso dos pequenos e médios produtores à industrialização, à verticalização da vitivinicultura” (cultivo da videira destinado à produção de uvas para a elaboração de vinhos), disse o secretário Roberto Muniz. O secretário disse que o protocolo de intenções vai permitir o estabelecimento de intercâmbio para a promoção e desenvolvimento do projeto “Pequenas e Médias Vinícolas no Vale do São Francisco”, em modelo de cooperativa, além do Projeto de Implantação de Unidades de Observação de Videiras Viníferas para a Produção de Vinhos Finos na Bahia. Esse projeto será implantado inicialmente na Chapada Diamantina.
Estudos que estão sendo elaborados pela Embrapa terão agora a cooperação e assessoria dos especialistas da Cave Coopérative des Riceys, com o objetivo de implantar Unidades de Observação com vinhedos experimentais na região da Chapada Diamantina, para avaliar o desempenho agronômico de videiras destinadas à produção de uvas para a elaboração de vinhos finos, como nova opção e alternativa econômica sustentável ao agronegócio da região. Em agosto deste ano o presidente da Cave Coopérative, Christian Jojot, visitou a Chapada Diamantina, e dias depois a convite do secretário Roberto Muniz esteve no Vale do São Francisco onde é grande a produção de uva.
cacau baiano em Paris- “Há dois anos estive na Bahia, na região produtora de cacau, e não havia nada. Agora estou impressionado com a evolução que o Estado conseguiu,apresentando hoje um dos melhores produtos do mundo. E fico também admirado de ver como as pessoas trabalham sorrindo, demonstrando amor pelo que fazem e pelo cacau”. A afirmação é de Steffani Bonnart, um dos mais famosos chocolateiros da França, proprietário da Chocolateria Bonnart, uma indústria estabelecida em Paris há mais de 100 anos. Ele foi um dos muitos especialistas que visitaram o estande do Brasil no Salon du Chocolate, organizado pela Associação dos Produtores de Cacau da Bahia, APC, com apoio do Ministério da Agricultura e da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária e Ceplac.
“A participação da Bahia no evento internacional foi marcante e mostrou ao mundo que produzimos cacau de qualidade”, disse o secretário Roberto Muniz. Ele anunciou que foi celebrado um convênio de colaboração entre a Ceplac e o instituto Cirard, um centro de pesquisa tropical na Europa, equivalente à Embrapa brasileira, com o objetivo de melhorar ainda mais a qualidade do cacau baiano. “Foi a primeira vez que o Brasil participou com destaque do Salão do Chocolate. Chamou a atenção do mundo da chocolateria e despertou o interesse de investidores”, disse Henrique Almeida, presidente da Associação dos Produtores de Cacau, APC. Para ele, a participação do governador Jaques Wagner e do secretário Roberto Muniz serviu para demonstrar o apoio e o interesse do governo em recuperar e revitalizar a região cacaueira.
Secretaria de Agricultura 71 3115-2767 2794 2737 Assessoria de Comunicação 3115.2794 Josalto Alves 9609-8217
Bahia terá Zona Tampão reduzida
A vigilância ativa na fiscalização e controle do trânsito de animais nas regiões de Barreiras e Juazeiro trouxe como resultado a proposta de redução dos limites da Zona Tampão no Estado. A informação foi divulgada através de um parecer da Superintendência de Federal de Agricultura da Bahia, posicionando-se favorável à proposta de diminuição da Zona Tampão uma vez que todas as recomendações e exigências estabelecidas pelo Ministério da Agricultura (Mapa) foram plenamente cumpridas Secretaria de Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, através da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab).
O próximo passo é o encaminhamento do Relatório de Auditoria ao Mapa para aprovação final da proposta. A expectativa da Adab é de que, com o avanço das ações nos municípios de Formosa do Rio Preto, Santa Rita de Cássia e Mansidão, o Ministério avalie a possibilidade de extinção da Zona Tampão, que abrange ainda as cidades de Remanso, Buritirama, Casa Nova, Pilão Arcado e Campo Alegre de Lourdes. “Esse esforço demonstra o firme propósito do Governo da Bahia em cumprir fielmente com as diretrizes nacional e mundial de erradicação da febre aftosa, contribuindo para todo um país livre dessa doença até 2010”, disse o secretário estadual da Agricultura, Roberto Muniz.
Para a elaboração deste relatório favorável, os auditores do Ministério avaliaram estrutura, localização e adequação das barreiras sanitárias fixas e móveis estrategicamente distribuídas nas divisas da Bahia com Piauí e Pernambuco, este último já considerado como zona de médio risco para febre aftosa. Já com o Piauí, a Adab estabeleceu acordos de cooperação técnica, visando o reforço da defesa agropecuária baiana e a unificação dos procedimentos operacionais nas atividades em campo. Na avaliação do diretor geral da Adab, Cássio Peixoto, “A redução e extinção da zona tampão é fruto de um trabalho em conjunto entre governo federal e setor produtivo, visando um objetivo maior: tornar efetivamente igualitário o negócio pecuário na Bahia, oferecendo as mesmas condições de comércio e trânsito de animais em todo o território baiano”.
Ações - O resultado alcançado até agora é fruto de um intenso trabalho de dedicação e empenho por parte das Coordenadorias Regionais de Barreiras e Juazeiro, lideranças locais e direção da Adab. “Graças a um incessante trabalho em conjunto e a efetivação da Coordenação de Barreiras Sanitárias, foi possível reestruturar o sistema de fiscalização do trânsito de animais em pontos estratégicos do estado, assegurando um sistema de vigilância eficiente e eficaz, fator decisivo para o programa de erradicação da febre aftosa na Bahia”, destaca Roberto Pacheco, coordenador estadual de Barreiras Sanitárias. Ele acompanhou todo o trabalho de auditoria da Superintendência Federal da Agricultura e também esteve à frente do processo para atender às exigências do Mapa. Nos últimos meses, a Adab implantou um programa de educação sanitária continuada, promovendo o treinamento dos auxiliares de fiscalização, reorganizou sua equipe de fiscais estaduais agropecuários e auxiliares e realizou treinamentos de grupos de emergência.
O recadastramento de 100% das propriedades situadas na Zona Tampão também constituiu outro passo importante para o monitoramento da área. Além disso, a agência estabeleceu uma nova rotina para as ações de vigilância em campo, promoveu a adequação do transporte de amostras para análises laboratoriais, aprimorou as estratégias de vacinação direta e assistida, identificou e ampliou a vigilância em propriedades localizadas em áreas de risco. Diante dos resultados positivos das ações de vigilância e defesa, o relatório da Superintendência Federal da Agricultura orientou a desativação das barreiras fixas localizadas nos quilômetros 52 e 38 da BR 135 e no entroncamento entre os municípios de Cotegipe e Wanderley. “As referidas barreiras sanitárias não justificam seu funcionamento e devem ser desativadas. Isso decorre de que o atual modelo de fiscalização implantado e em funcionamento, atende às demandas estabelecidas.”, consta no relatório que será encaminhado ao Ministério em Brasília.
Secretaria de Agricultura 71 3115-2767/2794/2737 Assessoria de Comunicação Ivana Ramacioti Ascom/Adab 3116-8418/ 8461
região poderá se tornar importante bacia leiteira
Com a garantia de produção de leite diferenciado, com qualidade premium, livre de resíduos de penicilina, anti-carrapaticida, e com rebanhosaudável e com alta produtividade, a fábrica neozelandesa, Leitíssimo, que será inaugurada no dia 24 deste mês, no município de Jaborandi, região Oeste do estado, já está certificada pelo estado. É o que garante o documento de inspeção expedido pela Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, através da sua Agência de Defesa Agropecuária (Adab). A fábrica, voltada inicialmente para o abastecimento interno, terá capacidade de processamento de 150 mil litros de leite por dia.
Para acompanhar o início da fase de engarrafamento e comercialização do produto, estará presente na inauguração o ministro da Agricultura da Nova Zelândia, David Carter, conforme anunciou o embaixador da Nova Zelândia, Mark Trainor, em visita ao secretário da Agricultura em exercício, Eduardo Salles. Participou do encontro o assessor internacional do governador Jaques Wagner, Alexandre Amissi. A inauguração da fábrica é resultado de intenso trabalho e dedicação para o desenvolvimento de uma fazenda modelo na região Oeste, conhecida pelo
bom desempenho no cultivo da soja, milho, café, algodão, entre outras culturas, e que deverá se tornar importante bacia leiteira, como ocorre em Goiás e Minas Gerais.
Cooperação – O embaixador Mark Trainor demonstrou, durante a visita, que seu País tem interesse em ampliar a parceria técnica com o governo baiano através da Seagri. Dentre as oportunidades mencionadas, estão a produção de sementes, melhoria genética de ovinos, manejo de pastagens e cercas elétricas. Na oportunidade, Salles apresentou as principais potencialidades do estado e incentivos para a atração de novos empreendimentos para a agropecuária baiana.
Segundo ele, a Bahia possui um dos maiores rebanhos do país, com 11 milhões de cabeças, mas a produção leiteira ainda é baixa. “Consumimos 1,5 bilhão de litros por ano e produzimos apenas 920 milhões de litros de leite. Com a implantação da Câmara Setorial do Leite estamos identificando os principais gargalos e buscando o desenvolvimento sustentável para
pecuária leiteira do estado”, declarou. O secretário em exercício da Seagri também ressaltou que a agropecuária baiana é responsável por 24% do Produto Interno Bruto do estado (PIB).
Outro dado importante é que a pecuária é muito pulverizada na Bahia e que o segmento familiar tem um papel importante. “Os pequenos produtores respondem por 50% da pecuária e se integram, em harmonia, com a agricultura empresarial em diversas áreas”. A escolha da região Oeste da Bahia para a implantação do empreendimento se deve às boas condições climáticas, além do baixo preço das terras. Osrecursos naturais do clima, o relevo plano e levemente ondulado, a combinação de solos profundos e disponibilidade abundante de água com modernas técnicas de adubação e irrigação, proporcionaram os elementos necessários para uma alta produtividade baseada em um sistema de produção de leite a pasto.
Vale ressaltar que a fazenda neozelandesa Leite Verde, onde está sediada afábrica, preserva 20% das suas terras como área de reserva legal e outros em Reserva Particular do Patrimônio Natural ((RPPN) com o propósito de garantir a conservação de uma área com grande riqueza natural e diversidade biológica. Ascom/Seagri 15.10.2009 Ana Paula Loiola 3115-2767/2737
Os produtores de cacau vão finalmente poder renegociar suas dívidas e ter acesso a dinheiro novo para investimento. Ontem, durante reunião conjunta das câmaras do cacau da Bahia e do governo federal, os bancos do Brasil, BNB e Desenbahia assinaram termo de compromisso para iniciar as operações. A Secretaria da Agricultura, pilotada por Roberto Muniz que desde que assumiu a pasta iniciou uma cruzada pela retomada do desenvolvimento da região do cacau, anunciou que vai fazer um mutirão para assinatura dos primeiros 3 mil contratos de renegociação. Tudo agora só depende do presidente Lula sancionar o projeto de conversão 13/2009, que altera artigos da lei 11.776/2008, do PAC do Cacau. “A Bahia saiu na frente. Fizemos nosso dever de casa. Agora só falta o governo federal.” O mutirão anunciado deve acontecer no dia 27 de outubro, em Itabuna.
Secretaria de Agricultura-assessoria de comunicação 71 3115-2767/2745/2737
Bahia vai sediar primeira Indústria de amido modificado A Bahia vai sediar a primeira fábrica do Nordeste de processamento da mandioca, para produção de amido modificado, subproduto com maior valor agregado e que serve de matéria-prima para indústria petroquímica, de alimentos e de celulose. O empreendimento, de referência também no Brasil e com capacidade de processamento de 200 toneladas por dia, terá sede no município de Laje e envolverá, de forma direta e indireta, três mil pequenos produtores de oito municípios da região do Vale do Jiquiriçá. Para garantir suprimento financeiro, treinamentos, apoio decisivo à pesquisa e à extensão rural e a articulação para importantes parcerias, foi assinado na tarde de hoje (17), na Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), um Protocolo de Intenções. A expectativa é de que ainda nesse ano haja a preparação do solo e que, emJaneiro, seja iniciado o plantio nas áreas. Em um ano e meio, a fábrica deverá estar funcionamento. O termo de compromisso foi firmado entre o órgão estadual, representado pelo então secretário da Agricultura Roberto Muniz, a Cooperativa dosProdutores de Amido Modificado de Mandioca do Estado da Bahia (Coopamido), responsável em gerir o empreendimento e a empresa Bahiamido S/A. Também esteve presente no ato o prefeito de Laje, Luis Hamilton. “Além de colocar à disposição os técnicos da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), a Seagri se propõe à agilização dos processos de licença ambiental necessários para a implantação do projeto,através da Comissão Técnica de Gestão Ambiental (CTGA) que já opera noórgão, passando todas as orientações necessárias e dando celeridade aos mesmos”, declarou Muniz. Para o representante da Coopamido, Jorge Guimarães, o diferencial doprojeto está no apoio às Unidades Famílias. “O objetivo é fazer com queesses pequenos proprietários melhorem sua renda, de forma constante, emigrem para a classe média”, declarou. Os agricultores, enquanto cooperados, terão participação nos lucros da indústria. 17.09.2009 Ana Paula Loiola31152767/2737 Ascom / Seagri ————————————————————-
Em continuidade às ações do projeto Tecnologias para o Desenvolvimento da Agricultura Familiar no Estado da Bahia, a Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), através da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola S.A. (EBDA), e parceria com a Embrapa, realizou ontem (29) um Dia de Campo destinado à cultura do milho.
Agricultores familiares da região nordeste do estado viram o resultados de experimentos para o desenvolvimento da cultura do milho híbrido, e também disponibilizar, ao participante, consultoria especializada sobre o assunto. O evento aconteceu na fazenda Lagoa da Vaca, em Paripiranga, a 350 km de Salvador.
Edson Alva Oliveira, engenheiro agrônomo e coordenador do programa, informa que o evento foi realizado com aporte financeiro de 14 indústrias que comercializam sementes na região. “Esta parceria é importante para os agricultores familiares, particularmente produtores de milho beneficiados com a iniciativa”, comentou o coordenador, lembrando que a empresa realiza anualmente o dia de campo para a região”.
Cerca de cinco mil agricultores conheceram estas tecnologias, desenvolvidas e adaptadas, principalmente no caso d o milho, e grande número de agricultores familiares já as incorporou e as utiliza em suas propriedades”, afirmou Edson Alva.
Assistência técnica e pesquisa – Durante todo o dia pelo menos 500 agricultores desfilaram entre canteiros e tendas montadas, e tiveram contato com resultados e tecnologias desenvolvidas na pesquisa. As Unidades de Demonstração (UED’s), exibiram o desempenho da cultura do milho e os agricultores conheceram a produção e formação de banco de sementes, base na produção de campos para o Programa Semeando, desenvolvido pela Seagri, via EBDA e Superintendência de Agricultura Familiar (Suaf).
Ainda nas UED’s, técnicos da EDBA apresentaram como são testados os milhos, quanto ao comportamento em relação a pragas, doenças, adaptação local/regional e produtividade, tanto no cultivo de verão como no de inverno.
“Consideramos muito importante mostrar aos agricultores, no campo, os resultados obtidos com as pesquisas. A indicação de variedades e híbridos, e a distribuição de sementes básicas, para multiplicação, são ações fundamentais para o aumento da produção/produtividade da cultura, e melhoria da qualidade.”
“Trabalhamos para atender à demanda”, garantiu o coordenador Oliveira. Paripiranga vem se destacando como o maior pólo estadual, na produção de milho. A microrregião tem registrado índices de área plantada e produção de milho e feijão, acima das demais regiões produtoras do estado.
Secretaria de Agricultura – Assimp/EBDA 713116-1803/1910
Assessoria de Comunicação 71 3115-2767/2745/2737
Atuação do governo garante safra de frutas
“Estamos colhendo o que plantamos no começo do ano”, disse o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, Roberto Muniz, ao lançar hoje (28), em Juazeiro, a Safra de Frutas 2009/2010. Muniz lembrou que o cenário desenhado no final do ano passado era tenebroso em função da crise internacional que afetou a fruticultura do Vale do São Francisco, “mas a atuação firme do governo do Estado e a disposição dos produtores evitou o que poderia ser uma tragédia.
Hoje estamos aqui para comemorar a recuperação da fruticultura e a retomada do desenvolvimento da região”. De acordo com Ivan Pinto da Costa, presidente da Câmara da Fruticultura deJuazeiro, “a perspectiva de faturamento é da ordem de R$ 500 milhões com as exportações”. Deverão ser colhidas pelo menos 61 mil toneladas de uva e78,9 mil toneladas de manga.
Destacando a importância da região para a Bahia, Roberto Muniz disse que a criação do Instituto da Fruta, em solenidade realizada na noite desta segunda-feira no Grande Hotel de Juazeiro, representa um passo importante para o desenvolvimento do agronegócio como um todo, e em particular para averticalização da cadeia da fruta. “Além disso, podemos assegurar que até o final do ano teremos organizada a Câmara Setorial da Fruticultura, uma instância permanente para cuidar do desenvolvimento e qualificação deste setor”.
Para Ivan Pinto da Costa, presidente da Câmara da Fruticultura de Juazeiro, a presença do secretário da Agricultura
no Vale na abertura da safra, “é um fato inédito nos 30 anos da fruticultura na região. Isso representa a importância que o governo está dando aos produtores e é frutoda aproximação com os agricultores, criada pela Seagri”. O secretário de Agricultura de Juazeiro, Jairton Fraga Araújo, disse que a nova dinâmica da secretaria estadual da Agricultura foi fundamental para a recuperação e desenvolvimento da fruticultura, “mas agora temos que buscar preços sustentáveis e fomentar o associativismo”.
O lançamento da safra aconteceu às 14:30 horas na Special Fruit, empresa exportadora de frutas do produtor Suemi Koshiyama que emprega mais de 1,8 mil pessoas em Juazeiro. O ato contou ainda com as presenças de Jairo Vaz, superintendente de Política Agrícola da Seagri, João Tosta, representante da Codevasf, Paulo Roberto Lopes, da Embrapa, Carlos Neiva, secretário de Planejamento da prefeitura de Juazeiro, além de representantes do Banco do Brasil e do Banco do Nordeste Financeiro.
Ascom/Seagri 28.09.2009 Josalto Alves




Carta dos leitores