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Esse barril de carvalho, eu conheci. Fica em Maranguape, Ceará, no Museu da Cachaça, antiga fábrica da Ypióca. Bom demais aquele dia que eu passei lá, em maio de 2002. Também, experimentei não sei quantas Ypióca e trouxe outras tantas pra casa, com direito à revista da bolsa onde vinha o estoque pelo policial federal do aeroporto de Fortaleza. Êita, nós!!!
Berna
Date: Fri, 24 Jul 2009 05:53:41 -0700
From: bernnafarias@yahoo.com.br
Subject: Pinga ni mim!
To: bernnafarias@hotmail.com; bernnafarias@yahoo.com.br
Cachaça, pinga, aguardente de cana… Você é um pingófilo?
Publicado por Igor Martins em 23.7.2009 às 01:55 em Lifestyle
A maioria das pessoas, quando pensa em cachaça, pensa num destilado forte, que desce queimando, de gosto ruim e que só serve para caipirinhas. Não podemos culpá-las. Boa parte das cachaças populares fazem jus à fama.
Mas isto está mudando e hoje há cachaças boas e acessíveis, cujas características são o contrário das supracitadas, dignas dos mais apurados paladares.
Começarei este texto com uma confissão: já compartilhei da idéia de que a cachaça é um destilado ruim, indigno da minha adega, das boas baladas e das mesas de restaurantes. E tal equívoco se deu devido à minha primeira experiência com essa bebida: há alguns anos, eu e alguns amigos, universitários, de férias, entediados e sem nada na cabeça, decidimos que para matar o tédio nada melhor que um bar ou algo do gênero. Fomos ao supermercado (os bares estavam vazios, depressivos) e compramos uma garrafa de Seleta, uma de Caninha 29 e duas barras de chocolate (diziam que ajudava a descer).
Tomamos as duas cachaças, horríveis, desceram mal, causaram ânsia de vômito rapidamente. Fui dormir praticamente inconsciente na casa de um amigo que tem uma irmã linda, e mandei extremamente mal na frente dela, bêbado e com aquele bafo característico de quem toma um porre de cachaça ruim.
Com uma experiência dessas, difícil gostar de aguardente.
Mudei de opinião quando, tendo certo acesso ao mundo do agronegócio, tive a oportunidade de conhecer uma fazenda onde se produz cachaça de qualidade. Lá acompanhei o processo de fabricação e tomei cachaças brancas, envelhecidas, armazenadas, blends. Elas desceram suaves, sem queimar, com gosto e cheiro agradáveis. Destilados diferenciados. Realmente saborosos.
Então como conseguem fazer cachaças tão diferentes? São muitos os motivos. Vejamos.
A produção da mais brasileira das bebidas
Trabalho não recomendado para homens em depressão
A cachaça é produzida a partir da cana-de-açúcar (tá, conte o que não sabemos). Esta é cortada e posta numa moenda, onde se extrai o caldo. Dependendo da região, o Brix (teor de açúcar) do caldo é muito alto, e deve ser corrigido com a adição de água. Este caldo entra no processo de fermentação (mosto), quando as leveduras transformam o açúcar em álcool. Neste processo é recomendada a assepsia do local, visto que algumas bactérias podem interferir na qualidade do mosto. Quando o mosto chega a 0 Brix, vai para a destilação.
A destilação das cachaças artesanais ocorre geralmente em alambiques de cobre, mas também pode ser feita em alambiques de inox. O composto resultante da destilação pode ser dividido em três frações: a cabeça, o coração e a cauda. A cabeça e a cauda, primeira e última partes da destilação, possuem componentes tóxicos, e não devem ser consumidas. O coração é a parte nobre da destilação, e (em tese) a parte que deveria ser enviada para armazenamento.
As cachaças brancas devem ser armazenadas em tonéis de inox para descanso por 4 meses (repare que não é envelhecimento). As cachaças amarelas podem ser armazenadas ou envelhecidas. A armazenada é aquela que fica numa dorna de madeira por menos de 5 anos, enquanto a envelhecida é a que fica numa dorna de madeira de no máximo 700L por 5 anos ou mais.
Esse barril de carvalho, eu conheci. Fica em Maranguape, Ceará, no Museu da Cachaça, antiga fábrica da Ypióca. Bom demais aquele dia que eu passei lá, em maio de 2002. Também, experimentei não sei quantas Ypióca e trouxe outras tantas pra casa, com direito à revista da bolsa onde vinha o estoque pelo policial federal do aeroporto de Fortaleza. Êita, nós!!! Berna
Você é um pingófilo ????
mostruário de entrada

mostruário de entrada...

Cachaça, pinga, aguardente de cana…
Publicado por Igor Martins em 23.7.2009 à 01:55 em Lifestyle
A maioria das pessoas, quando pensa em cachaça, pensa num destilado forte, que desce queimando, de gosto ruim e que só serve para caipirinhas. Não podemos culpá-las. Boa parte das cachaças populares fazem jus à fama.
Mas isto está mudando e hoje há cachaças boas e acessíveis, cujas características são o contrário das supracitadas, dignas dos mais apurados paladares.
Começarei este texto com uma confissão: já compartilhei da idéia de que a cachaça é um destilado ruim, indigno da minha adega, das boas baladas e das mesas de restaurantes.

 tradicional em madeira de lei

tradicional em madeira de lei

E tal equívoco se deu devido à minha primeira experiência com essa bebida: há alguns anos, eu e alguns amigos, universitários, de férias, entediados e sem nada na cabeça, decidimos que para matar o tédio nada melhor que um bar ou algo do gênero.
Fomos ao supermercado (os bares estavam vazios, depressivos) e compramos uma garrafa de Seleta, uma de Caninha 29 e duas barras de chocolate (diziam que ajudava a descer).

Tomamos as duas cachaças, horríveis, desceram mal, causaram ânsia de vômito rapidamente. Fui dormir praticamente inconsciente na casa de um amigo que tem uma irmã linda, e mandei extremamente mal na frente dela, bêbado e com aquele bafo característico de quem toma um porre de cachaça ruim.

Com uma experiência dessas, difícil gostar de aguardente.

Mudei de opinião quando, tendo certo acesso ao mundo do agronegócio, tive a oportunidade de conhecer uma fazenda onde se produz cachaça de qualidade. Lá acompanhei o processo de fabricação e tomei cachaças brancas, envelhecidas, armazenadas, blends.
Elas desceram suaves, sem queimar, com gosto e cheiro agradáveis.
Destilados diferenciados. Realmente saborosos.

Então como conseguem fazer cachaças tão diferentes? São muitos os motivos. Vejamos.
A produção da mais brasileira das bebidas
Trabalho não recomendado para homens em depressão

selecionadas da casa

selecionadas da casa


.
A cachaça é produzida a partir da cana-de-açúcar (tá, conte o que não sabemos). Esta é cortada e posta numa moenda, onde se extrai o caldo.
Dependendo da região, o Brix (teor de açúcar) do caldo é muito alto, e deve ser corrigido com a adição de água.

Este caldo entra no processo de fermentação (mosto), quando as leveduras transformam o açúcar em álcool. Neste processo é recomendada a assepsia do local, visto que algumas bactérias podem interferir na qualidade do mosto. Quando o mosto chega a 0 Brix, vai para a destilação.

A destilação das cachaças artesanais ocorre geralmente em alambiques de cobre, mas também pode ser feita em alambiques de inox. O composto resultante da destilação pode ser dividido em três frações: a cabeça, o coração e a cauda.
A cabeça e a cauda, primeira e última partes da destilação, possuem componentes tóxicos, e não devem ser consumidas.

O coração é a parte nobre da destilação, e (em tese) a parte que deveria ser enviada para armazenamento.
havana blanca
As cachaças brancas devem ser armazenadas em tonéis de inox para descanso por 4 meses (repare que não é envelhecimento).

As cachaças amarelas podem ser armazenadas ou envelhecidas. A armazenada é aquela que fica numa dorna de madeira por menos de 5 anos, enquanto a envelhecida é a que fica numa dorna de madeira de no máximo 700L por 5 anos ou mais.

O biriteiro vê passar o Doutor Juiz de Direito, com todas aquelas comendas, medalhas e condecorações penduradas no paletó e jaleco, e imaginando tratar-se de alguma bicha espalhafatosa, despeja:

- Salve, lindo…

O Mui Digníssimo Desembargador, bastante bravo, e pronto a providenciar o corretivo devido ao pinguço, pergunta com visível irritação na voz:

-Salve lindo o quê ???

E o bêbado não se faz de rogado:

Salve lindo pendão da esperança…!!!

>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

O bebum entra no buzu e estaciona ao lado de uma mulher q estava com o braço levantado, apoiada no corrimão preso ao teto do veículo, e como não depilava axilas, os pêlos apareciam. O bêbado então lhe falou, em voz alta:

- Oôôô baaiillarinaaaaaaaaa !!!

A mulher o ignorava, mas ele insistia:

- Oôô baiaaarinaaa !!!!

Ela o olhava apenas de soslaio, com um misto de asco e desdém, mas ele não tava nem aí:

- Oôôôôôõ baailaaariiinaaaaa

Ela continuava a ignorá-lo, e ele a repetir o chamado insólito, até q, pra livrar-se do pentelho, disparou

-Seu bêbado chato!!! Vc não me conhece, como é q fica me chmando de bailarina…???

E o chumbago responde:

-Pra levantar o pé nessa altura toda, só mermo seno do balé…!!!

fase líquida
fases líquidas da existência…

Outro dia o cachaceiro entrou no ônibus, e decretou:

-Todo mundo q tá no lado isquerdo é corno, e do ôto lado é tudo viado…

O motorista então deu uma queda de asa, e jogou a barca pro acostamento, onde aplicou um tremendo freio de arrumação, derrubando todo mundo. Daí levantou da cadeira, muito puto da vida, e intimou:

Agora cêvai tê dixpricá direitinho quem aqui é viado, e quem é q é corno…

E o pé de cana, na bucha arremata:

Aaaahhhh….!!! Agora não sei mais… Vc misturou tudo !!!

zé canjibrina passeava de buzu,  qdo chegou pro cobrador e disse:
- se meu pai fosse o rei, e minha mãe rainha, eu seria o príncipe.
daí há 10 minutos ele voltou ao cobrador e repetiu:
- se meu pai fosse um rei, e a rainha a minha mae, eu seria o príncipe.
mais alguns minutos, e lá vem ele:
- se meu pai fosse rei e minha mãe rainha, eu seria o príncipe.
já irritado, o cobrador retruca:
- e se seu pai fosse bicha, e tua mãe uma putona, você seria o quê ???
e o papudinho, na chincha:
- aaahhhh…!!! aí eu seria cobrador de ônibus…!!!


ops… hello… olá, tudo bem??

estamos em contagem regressiva

OS MIZERAVÃO in concert

sexta-feira. .. 29 de maio…

no teatrinho do Portela Café

lá no rio vermelho, no parque cruz aguiar

os mizerazão convida, fly

mizeravão toca fly

sabe onde é???
aquela praça que fica por trás das ruas da FTE, do tal restaurante
tailandês (novo), por trás do Plim Plim… essas coisas… o café fica
bem em frente a onde ficava o bar de Nandão… lembra??? não!!??!!
pou… então se vira e descubra… mas vá
o refestelo começa 22h… por apenas módicos R$ 15

acompanhe as maluquice e novidades d’Os Mizeravão em
http://www.fotolog. com/osmizeravao

ósculos e amplexos a todas e todos

L~

Jequitibar Café e Barlavento fly

Jequitibar Café e Barlavento fly

Buraco de Maroca
Lança CD do Grupo Barlavento


será lançado dia 28 de maio na Varanda do Sesi Rio Vermelho o CD do Grupo Barlavento lança no próximo dia 28, às 20h, no Jequitibar Café, Varanda do Sesi Rio Vermelho, o CD “Buraco de Maroca”. O patrocínio é da Bahiagás, através do edital de apoio institucional. O lançamento contará com participação especial dos grupos Sambadores de Mutá e Mandaia. O disco, que conta com 11 faixas, será vendido no próprio local a R$ 10,00. As lojas Pérola Negra e Mídia Louca também estarão vendendo o Cd, que poderá, ainda, ser solicitado através do e-mail grupobarlavento@ gmail.com.

A produção foi feita dentro da proposta do grupo de preservar e divulgar o samba de roda. As músicas do Cd “Buraco de Maroca” são de autoria de Davizinho de Mutá, Hamilton Reis, Ricardo Cruz, Júlio Caldas, Djalma de Jurema, Gereba e Carlos Pita. PLURALIDADE – Gravado em Salvador, com direção de Júlio Caldas, e prensado com patrocínio do Governo do Estado da Bahia, através da Bahiagás, “Buraco de Maroca” traz músicas para todas as faixas etárias, ao ritmo do autêntico samba de roda. Entre os destaques estão as faixas: “Pra iluminar você”, que conta com a participação do Grupo Mandaia; “ Samba pra Jurema” com o Maestro Fred Dantas no trombone; e “Aonde?” que conta com arranjo de Kiko Souza na flauta. Além disso, a música carro-chefe do Cd, “Buraco de Maroca”, é uma homenagem a Dona Maroca, moradora da cidade de Ourives que se banhava todos os dias em um rio do local, o que gerou a composição da música. É um disco simples que prioriza mostrar a importância do samba de roda como formação cultural da música Brasileira.

Neste CD o Barlavento inovou e, além dos ritmos nordestinos sempre presentes em suas músicas, gravou “Cadê Barravento?” em ritmo de samba reggae, algo novo para o grupo. No álbum, o Barlavento também homenageia o Candomblé, que para os integrantes do grupo é o berço do samba de roda. Hamilton Reis destaca ainda a presença do “samba junino”. “Neste trabalho, mostramos como a cultura do samba junino é absorvida nas vilas de pescadores, onde nem sempre as pequenas comunidades podem contratar um grupo típico junino. Assim, o samba-de-roda toma a forma e entra no ritmo do São João”, ressalta. Para homenagear o período junino, o cd conta com duas faixas “Casa de Bombeiro” e “São João na Beira do Mar”, com arranjos do sanfoneiro Silvinho. Apesar de seguir a linha de quando o grupo ainda se chamava Barravento, tendo dois cds lançados com a antiga formação, “Buraco de Maroca” está recheado de músicas inéditas e, segundo Davizinho de Mutá e Hamilton Reis, está mais livre e mais profissional do que os anteriores.

BARLAVENTO – Fundado em 2007 por Davizinho de Mutá e Hamilton Reis, após a saída de integrantes do antigo Barravento, que durou aproximadamente 15 anos, o grupo Barlavento tem como proposta principal divulgar o samba de roda feito por mariscadeiras e pescadores do interior da Bahia, ajudando a preservar a identidade do povo do Recôncavo. As canções retratam a vida dos pescadores, das pessoas simples que moram à beira mar, homenageiam o candomblé e resgatam o samba tradicional. O grupo é responsável também pelos Sambadores de Mutá, grupo formado para reunir pescadores e mariscadeiras de Mutá e que, muitas vezes, acompanham o Barlavento em suas apresentações. A música do grupo resgata e preserva a música popular do Recôncavo e dos ritmos nordestinos tais como forró, baião, xaxado, xote, dentre outros. Esta iniciativa de criar músicas do Recôncavo na capital baiana confere ao grupo influências urbanas e um maior leque para explorar os diversos estilos regionais, daí a singular interpretação das músicas ser outra forte marca do Barlavento.

Serviço  - O que? Lançamento do Cd Buraco de Maroca do grupo Barlavento Onde? Jequitibar Café, Rua Borges dos Reis, nº8, Varanda do Sesi Rio Vermelho Quando? 28 de maio, às 20h Quanto? Gratuito Informações: www.barlaventosamba deroda.com.br www.myspace. com/barlavento Vanessa Costa Assessora de Imprensa 71 88649723

 

ROTEIRO DA BOA MÚSICA

 

GROOVE GARAGE BAND

Groove Garage band

Groove Garage band

 

Convida Márcio Fernandes  (SR-40)

 GROOVE BAR

Todas as Quintas (13/20 e 27)

R$ 15,00 Homem / Mulher Free até  23H

Rua Marques Leão, S/N – Barra / 71 3267-5124 / 9957-4663

 A casa mais descolada de Salvador, o Groove Bar abre todas as quintas com a proposta de levar o melhor da década de 80 para as noites de Salvador

O point possue três ambientes e um deles é uma Excelente boite que rola os melhores hits das pistas dos anos 80. E no palco a Groove Garage Band

a banda da casa desfia um repertório com pérolas da década como Camisa de Vênus, Ira…Imperdível pra quem gosta do melhor da noite.

Beatles in Senna

BEATLES IN SENNA
(Com exibição de vídeos)

AMENDOEIRA
Todos os Sábados (15 /22 E 29)
22H / R$10,00  / Rua Minas Gerais, 111 – Pituba
71 3346-1554 / 9957-4663

A Beatles in Senna, se apresenta aos sábados no  AMENDOEIRA,

a casa que é  o mais novo ‘point’ da Boa música em Salvador.

No repertório o melhor dos garotos de Liverpool e da década de 60.

capa beatles baixa

40 ANOS DO ÁLBUM BRANCO

BEATLES IN SENNA

Recebe: ÁLVARO ASSMAR / ENDY / FERNANDO   BARRETO (MIL MILHAS) / GUSTAVO MULLEN

(CAMISA DE VÊNUS) / JÚLIO CALDAS / KEKO PIRES Entre outros…

AMENDOEIRA
Sábado (22/11/2007)
22H / R$ 20,00  / Rua Minas Gerais, 111 – Pituba
Reservas / Informações: 71 3346-1554 / 9957-4663

The Beatles é o nono álbum oficial dos Beatles, epônimo, lançado em 22 de novembro de 1968. Também conhecido como Àlbum Branco, pela sua capa totalmente alva, identificada apenas com o nome da banda em alto-relevo, inicialmente iria se chamar A Doll’s House.  Segundo a Associação Estadunidense da Indústria de Discos, o álbum branco é o nono disco mais vendido em todos os tempos nos Estados Unidos 

E foi eleito o décimo melhor disco de todos os tempos na Lista dos 500 melhores álbuns de sempre da Revista Rolling Stone. Em comemoração aos 40 anos desta notória obra do fenômeno de Liverpool o mundo inteiro estará comemorando o aniversário deste  álbum fundamental na música do século XX. Salvador não poderia ficar de fora deste grande evento da cultura pop e nenhuma banda melhor para prestar está homenagem que o Beatles in Senna, que há quase 15 anos vem representando a “beatleamania”  na cidade.

A Banda em parceria com o espaço AMENDOEIRA, point da boa música na cidade, estará realizando uma grande festa comemorativa em uma noite que pretende unir grandes nomes da música em um só palco.  

O Evento está marcado para acontecer no próximo dia 22 de novembro, a partir da 20H. A noite será marcada com um grande encontro de “beatlemaníacos”, além de exibição de vídeos com a trajetória dos Garotos de Liverpool e uma pequena exposição de fotografias e acervo dos Beatles. A festa contará com a participação de Grandes convidados da música baiana, a exemplo do Karl Hummel e Gustavo Mullen ambos do Camisa de Vênus, Álvaro Assmar (bluesman), Lucas Daniel,  Keko Pires,  Maestro Zeca Freitas…entre outros. Uma noite imperdível os “beatlemaniacos” de plantão!

Em Narandiba, no Conjunto Doron, tem um bar, a Barraca Sinhá, com cerveja gelada, comida de boa qualidade e preço baixo, e para juntar mais vagabundos como eu, uma TV de tela plana que transmite ao vivo os jogos do glorioso Bahia e do Vi(ce)tória.

Ontem, dia 16, assisti o Vitória ver o show do tricolor paulista em pleno Barradão. Um time que quase não tem torcida, tem apenas testemunhas, conseguiu o milagre de colocar 35 mil pagantes no estádio. O Vitória jogou como nunca e perdeu como sempre. Legal mesmo, antes, durante e depois do jogo foi o bate papo nas mesas entre os biriteiros e aí que a gente descobre coisa braba. Vamos a alguns exemplos.

Cunhado malestroso

O cara é casado e tem uma filha com quatro anos de idade e mora em um bairro popular de Salvador. Sua esposa é meio problemática e vive buscando confusão por tudo.

Para desacerto da pobre coitada, chamou a irmã para morar com o casal e ajudá-la no dia-a-dia. A cunhada do safado é uma negra da melhor qualidade. Linda, jovem e um corpo maravilhoso que parece torneado a mão de tão perfeito.

O pilantra acorda de madrugada e vai beber água na cozinha. De passagem vê a cunhada deitada com os seios de fora. Quase tem um custipío. Seu coração disparou.

O salafrário agora está incentivando a esposa, que é do interior, a visitar sua família e tirar uns dias de férias domésticas. Ela está gostando da idéia e pretende deixar a filha com a irmã e passar quatro dias no interior.

O cunhado até cueca nova, perfume do Boticário, vinho e queijo já está providenciando. Algo me diz que a cunhada será vítima do malestroso.

Sogro policial

Outro fato narrado foi de um sujeito que começou a namorar, sem saber, claro, com a filha de um famoso ex-policial que se aposentou depois de enfrentar em ação vários traficantes e ser alvejado.

Cheio de mão, beijo e outras coisas do gênero, o cabra estava no portão do sogro que quando os viu logo disse: “Homem que se respeita, que é macho, antes de tudo deve pedir consentimento aos pais da moça”. O infeliz com as pernas bambas, não se sabe se pelos amassos ou pelo medo, balbuciou: “Era isso mesmo que vim fazer aqui”.

Entrou na casa do sogrão, sentou no sofá e disse que queria namorar a menina. O sogro disse que iria até o quarto e que voltava já. Ao retornar veio com uma pistola automática na mão e colocou na mesa de centro e disse que se a filhinha sofresse qualquer contrariedade o fim do namorado seria uma certeza.

Na Barraca Sinhá o cara dizia: “Mudei do bairro no dia seguinte e nunca mais apareci lá. Até o número do celular mudei para a menina não ligar e eu cair em tentação. Deus é mais! Sogro bravo é normal, mas sogro ex-policial, armado e me jurando de morte não dá para segurar”.

Mulher ciumenta

Antes que você venha com a chatice do politicamente correto que só falo mal de mulher devo esclarecer que o boteco estava cheio de homens safados e só descrevo o que ouvi.

Um cara dizia ter recebido uma mensagem eletrônica com um link dizendo “Veja as fotografias de nossa farra no fim de semana”.

Quando ia apagar a mensagem a esposa que estava sorrateiramente atrás dele grita: “Quero ver a desgraça das fotografias”. Ele toma um puta susto e explica para a esposa ciumenta que aquilo era vírus e se ele abrisse o computar sofreria danos.

Ela que não entendia nada de informática disse que se ele não abrisse o casamento estava acabado. Ele abriu. O computador foi danificado e está na assistência técnica para ser reconfigurado e recuperado.

O técnico pergunta ao sujeito a razão dele ter feito tamanha besteira se sabia que era vírus. Sem a menor cerimônia o elemento diz: “Sou apaixonado por minha mulher e tirando o fato dela ser ciumenta é quase perfeita, solidária, amiga e uma grande companheira. Entre estragar minha relação ou o computador, não tive dúvida, melhor lascar o computador. Coisas do coração”.

Bar é isto, além de lugar para se beber, um tremendo consultório gratuito de psicanálise ou um grande confessionário. Será por isso que não saio dos botecos da vida?

Carlos Alberto Carlão de Oliveira

come-lixo.jpg

Come Lixo, segundo bloco mais antigo,
vai a avenida com cerca de mil integrantes

texto by José Bomfim
post -Alf
Com mais de um mil integrantes, o segundo bloco mais velho do Carnaval da Bahia, o Come Lixo, fundado em 1953 – o afoxé Filhos de Gandhy é de 1948 – vai desfilar na sexta-feira, 1º de fevereiro, do Campo Grande ao Pelourinho; e na segunda-feira, 4, na Mudança do Garcia. Famoso pela sua banda de instrumentos de sopro, formada por crianças e adolescentes, a associação recreativa realiza trabalhos ambiental e social na Ilha de Maré, no Nordeste de Amaralina, no bairro da Saúde e em áreas da periferia de Salvador. “Nossa associação tem uma proposta de preservação da natureza e de alertar a sociedade para os males causados contra o meio ambiente. No aspecto social, trabalhamos o ano inteiro em comunidades economicamente carentes”, explica Gilmar Del Rey, presidente da entidade.

Criado apenas para ser um bloco carnavalesco, a agremiação se constituiu na Associação Recreativa, Cultural e Carnavalesca Come Lixo que, além do apelo aos problemas ambientais, estendeu suas atividades na área social, promovendo diversas ações que resultem em melhor qualidade de vida à população de baixa renda de Salvador.

Gilmar destaca que a missão da Associação Recreativa, Cultural e Carnavalesca Come Lixo é atuar ativamente como agente de educação ambiental na conscientização da população, no sentido de valorizar e proteger o meio ambiente. “Atuamos como multiplicador da consciência ambiental”, frisa.

Apostar na educação como uma das principais ferramentas na luta pelo resgate da saúde ambiental e social. Com programas sociais, a associação atrai crianças e adolescentes que passam a ter um objetivo imediato, sintetizado no resgate da cidadania. A associação chega ao público infanto-juvenil através de visitas nas escolas, palestras educativas, peças teatrais e jogos interativos, desenvolvendo a noção de consciência ambiental desde cedo.

Afinal, o aumento da produção de lixo nos últimos dez anos superou o aumento populacional em mais de 3 vezes. Enquanto a população da cidade cresceu 15%, a produção de lixo cresceu 54%. As políticas existentes não se mostraram suficientes para educar a população e reaproveitar os resíduos descartados. A maior parte da população da cidade possui baixa renda e não tem acesso à educação ambiental ou a uma coleta eficiente do lixo que produz, comenta Gilmar Del Rey.

CONTATO

Líbia Paixão e Gilmar Del Rey, no Edifício São Jorge, sala 2001, na Rua da Ajuda, ou no Paço, ou pelos telefones 3321-8342 e 9131-055-come.lixo@yahoo.com.br


 

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