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Alunos da Ucsal recebem premio “Destaque em Adequação ao Briefing” com a Campanha ECO COPA Iguatemi 

alen apresentação Power point 2

Apresentação Campanha ECO COPA

A equipe de alunos de Comunicação – Publicidade e Propaganda – da Universidade Católica de Salvador, formada por Alen Peixinho, Daniel Cerqueira, Felipe Seixas, Márcia Luiza e Renata Paduan, depois de desbancar centenas de equipes de diversas faculdades, classificados como finalistas, fizeram apresentação pública no Promojob, dia 07 de Novembro, Hotel Fiesta Convention, em Salvador, Bahia e faturaram ontem, 10.11,  no resultado final,  o premio de “Destaque em Adequação ao Briefing” pela apresentação da Campanha “ECO COPA IGUATEMI”.

A equipe inscreveu o trabalho no Promojob 2009, iniciativa da Invent Idéias Promocionais, em parceria com o Shopping Iguatemi, cujo objetivo é o estimulo à criatividade e participação de estudantes dos cursos de Comunicação Social, Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Administração e Marketing das instituições de ensino de graduação da cidade de Salvador, Lauro de Freitas e Camaçari, para a escolha da melhor ação promocional criada.  

A turma de alunos da ECO COPA, linkada com os desafios atuais da nova economia circular, que exige o uso de tecnologias limpas, de preservação e harmonia com os recursos naturais, propôs uma campanha interativa  com o público, com uso de material educativo, incentivo ao consumo consciente e de baixo custo para execução das peças. A caricatura de personagens típicos da cultura de alguns países que estarão na Copa do Mundo de 2010, como a Gueixa (Japão) o Mariachi, (México) ou a Indumentária Tribal (África), em cena durante a apresentação, reforçou a proposta de irmandade, união e difusão cultural entre os povos dos 32 países da Copa do Mundo.

Informação e transformação

eco copa personagem africa

Personagem africano na campanha Eco Copa

Mais do que entender os efeitos negativos provocados pelo Aquecimento Global, Daniel, Felipe, Márcia, Renata  e Alen, reforçam, com a campanha “ECO COPA”, a idéia de compromisso com a informação como instrumento de poder para a transformação de mudanças que o Ser Humano necessita para enfrentar obstáculos, abrir mão de comportamentos egoístas, imediatistas, superficiais e meramente repetitivos, convencionais, para transgredir, subverter e quebrar regras milenares em nome da dinâmica natural das leis do Universo, com renovação, invenção, criatividade e compromisso  com a gerações futuras, com a Vida.

No momento em que observamos campanhas publicitárias com apelos ambientalistas longe de práticas realmente sustentáveis, sem coerência com o que divulgam, já que escolas, agências de publicidade, empresas e perfis de consumidores ainda resistem a práticas e atitudes para mudança no padrão de consumo, a turma de alunos da Campanha Eco Copa Iguatemi trabalhou com  idéias ousadas, inovadoras, criativas e de baixo custo, provando que  ações verdadeiramente “sustentáveis”, exigem cuidados com a cadeia produtiva sustentável de ponta a ponta, satisfazendo o consumidor, o produtor e claro, a matriz energética de onde tudo é retirado para ser usado, a natureza.      

Cientes de que os padrões de consumo e produção são ditados, orientados, estimulados pelas campanhas publicitárias, o aluno Alen Peixinho, 7° semestre, um dos criadores da campanha ECO COPA IGUATEMI considera que a Comunicação, a Publicidade, a Propaganda exigem uma nova forma de pensar e executar conteúdos que criem novos conceitos, levando mensagens educativas para o consumidor para  fazer  a diferença no mercado, ainda viciado em modelos predatórios.

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Contatos:

Alen  Peixinho – 71 – 9949-6382

alenpeixe@gmail.com

dancerqueira07@hotmail.com

lipe_seixas@hotmail.com

maludepinho@hotmail.com

repaduan@hotmail.com

personagens ecocopa

 * Liliana Peixinho

Mais um sol na resistencia nordestina

Mais um sol na resistencia nordestina

Em campo, durante tres meses, no interior da Bahia, pude observar, de perto, a peleja de familias em sobreviver a cada novo dia. Os problemas parecem não ter fim e uma limitação, uma necessidade,  leva à outra , que leva outra, numa roda sem rumo para a solução.

O que mais  indigina, surpreende e nos faz forte é sentir a dignidade e generosidade de um povo incansável para a luta, a cada novo raiar do sol. 

Mas a vida é vivida com bravura e leveza

Mas a vida é vivida com bravura e leveza

Como pode um povo que não tem quase nada para garantir a vida, a partir da água, que está sempre em falta, com as enormes sisternas vazias e sujas, ter no coração o desejo de repartir o feijão, a abóbora, o ovo da galinha, o milho…?

O velho e incansável seu Arnou e sua companheira, dona Lidia, são exemplos de uma resistencia nordestina  historicamente no foco das ciencias sociais, psicológicas, antrolopológicas, etnoreligiosas, literárias e de  pesquisdores sensiveis e curiosos para  um jeito singular e único de viver desse povo,  frente aos desafios de cada dia.

a familia toda se reune na porta da casa para bater o feijão e ensacar para comer durante o ano todo, quando dá.

a familia toda se reune na porta da casa para bater o feijão e ensacar para comer durante o ano todo, quando dá.

O que assusta é de onde vem a coragem desse povo que muito mal se alimenta, quase não dorme, vive em desconforto,  conta com pouco , quase nada, para  se  alegrar, mas  são ricos em criatividade, generosidade, coragem e determinação de dá inveja a estudiosos financiados por grandes capitais. 

 A seriedade e compromisso desse povo deveria ser exemplo para as grandes mudanças que o mundo estar a clamar, há muito tempo, diante de  injustiças que se proliferam em cada esquina.

 

Seu Arnoud, dona Lidia, Ester, Marcio, Vanuza e um sem número de filhos,  netos, bisnetos, sobrinhos, irmãos, noras, genros, agregados e visitantes dessa grande familia, são pessoas que deveriam estar no centro da atenção do governo Lula. Existe sim um sisterna do lado da casa, mas está quase sempre vazia e suja. A água nunca está  por perto e a sisterna acaba sendo mais um dos diversos recursos desperdiçados diante da ineficiencia do produto.

Familia de seu Arnou, Sertão Baiano

Familia de seu Arnou, Sertão Baiano


As mulheres andam muito para chegar até os tanques naturais de água de chuva

As mulheres andam muito para chegar até os tanques naturais de água de chuva

 A agricultura familiar é feita sem nenhum estímulo do governo. Produtos organicos locais como maxixe, abóbora, melancia, umbu, pinha, tomate, feijão, andu, milho, aipim, caju e outros são vendidos em feiras livres por uma merreca, que nem mesmo dá para comprar itens inexistentes na comunidade e que são imprescindíveis para o dia a dia como o sal, a pilha do rádio, o gás de cozinha, o caderno, ou  a sandália para o filho andar muito até  à escola.

pode faltar luz, agua, comida boa, mas amor tem de sobra

Pode faltar luz, água, comida boa, mas amor tem de sobra

A energia solar de outra comunidade próxima a Andorinha não funciona e “O  Luz para Todos” só chega nas casas que tem relação direta com os políticos.

 ” Minha fia estamos aqui há quase de dois anos ouvindo eles dizerem que a luz vai chegar e nada. Nós nem “pode” assistir a novela porque o jornal é mais importante e a bateria acaba loguinho. É uma vida danada de sofrida”, desabafa dona Maria Antonia.  mulher de coragem para tratar um boi inteirinho, distribuir para toda a família e fazer o   aproveitamento total, da pele ao chifre, com desperdicio zero, vinda da necessidade de aproveitar tudo.

aproveitamento total do boi

Sem água, a mudança de hábito, comer menos carne e mais legumes e frutas, é um desafio diário porque sem geladeira e um sol de torrar os miolos, só mesmo muito sal para conservar o mínimo que se pode garantir nos fundos de pasto, nos quintais de solos áridos e ventos secos.

Liliana Peixinho “ - DRT 1.430  – Jornalista, ativista sócioambiental, Fundadora do Movimento Independente AMA – Amigos do Meio Ambiente www.amigodomeioambiente.com.br  Em campo, pesquisando, coletando informações para a continuação de artigos do e-book “ Por um Brasil Limpo”, e produzindo série de matérias e fotos especiais  sobre Comunidades Tradicionais ( Fundos de Pasto, Indígenas, Ribeirinhos, Quilombolas, Pescadores…) liliana@amigodomeioambiente.com.br

 

Por Liliana Peixinho*

Uma nova ordem mundial está colocada para cada cidadão, Planeta Terra adentro e afora. O desafio é a garantia da vida em harmonia, com qualidade, prazer, alegria, desejo de querer fazer, não porque alguém nos manda, ordena, impõe. Mas porque sabemos ser necessário, importante, no papel social de cada um, em casa, no trabalho, na escola, no lazer. Nesse contexto, como pessoas, cidadãos, empresas, ONGs, Movimentos, enfim, cada um de nós, se insere, se percebe, se afirma, para tentar garantir a preservação da Vida em harmonia nesse planetinha em eterna transformação?
 
As novas possibilidades economicas abrem espaço para a construção de paradigmas como o da cidadania sustentável. Essa oportunidade está diretamente linkada com a mudança de comportamento para novas atitudes sobre Consumo Consciente, Comércio Justo, Produto Limpo, Desperdício Zero, Cultura dos RRRR – Racionalizar, Reutilizar, Reduzir, Reaproveitar, Recriar, Reinventar, Reciclar, através da participação social proativa, voltada para uma nova Economia Circular, dinâmica, dialética, no ritmo do universo, rápido e harmônico.
 
Numa crise de desemprego, como a que estamos a enfrentar agora, é importante o acesso a informações claras, contextualizadas com a realidade de uma crise estrutural, com o olhar integrado, multifacetado, e atento à necessidade  de construção de cadeias produtivas sustentáveis, ponta a ponta. Planejamento, aplicação de políticas de desenvolvimento humano, com eqüidade, compromisso,  justiça social e equilíbrio ambiental, são fases importantes para qualquer ação do presente, para garantia do futuro.
 
O comércio, a propaganda, as formas de produção, continuam sendo oferecidas para atender demandas de consumo incentivadas por uma publicidade ainda desatenta às adaptações de um novo ambiente, que indica  limites no uso dos recursos naturais. A sustentabilidade a ainda é um discurso bem distante da prática. Precisamos reconstruir estratégias, com flexibilidade, resgate de valores perdidos,  acesso a oportunidades para a redução das desigualdades, defesa da justiça social, garantia de moradia digna, saúde integral , educação continuada,  liberdade de expressão e qualidade da informação. Temas que continuam na pauta diária.
 
Aliar Responsabilidade Social ao Desenvolvimento Sustentável não se alcança fazendo propaganda enganosa. Dizendo, divulgando que faz, sem realmente colocar em prática. Observamos que o Marketing Empresarial, institucional, difunde ao mundo, em sites, blogs,  peças publicitárias e ferramentas as mais variadas e acessíveis no mercado publicitário, informações, no mínimo, duvidosas, para não dizer criminosas.

Recebemos recados claros da natureza como um alerta para a adoção de novas atitudes e desafios no fazer, pensar e agir. Crises econômica, política e social  são  sinais da necessidade de mudanças do que não deu certo, como o consumo voraz, o desperdício e o egoísmo; para novas atitudes, de consumo consciente,  com  desenvolvimento limpo, e crescimento só do que é bom e importante para a vida. Crescimento de estresse, violência, corrupção, engarrafamento, fome, sede, miséria e outros indicadores sobre a  qualidade da Vida, não compensam as estratégias polticas  governamentais para visibilidade mundial à qualquer custo.
Seria bom pararmos de fazer de conta que fazemos, para fazermos direito, com vontade que venha da alma, coração e cérebro, em harmonia com  os sentidos da Vida, bem vivida.

* Liliana Peixinho Jornalista, DTR 1.430- ativista socioambiental,  Voluntária Rebia – fundadora dos Movimentos AMA e RAMA- Rede de Articulação, Mobilização, Comunicação Ambiental www.amigodomeioambiente.com.br

 
(Envolverde/O autor)

arara gremen

arara germen

Descargas Atmósféricas - como se proteger

Evite acidentes com relâmpagos – siga regras de proteção pessoal listadas abaixo.  Não vá pra rua nem permaneça nela durante tempestades. Procure abrigo nos seguintes lugares:
·          veículos não conversíveis, ônibus ou outros carros metálicos não conversíveis;
·          moradias ou prédios, prefira os que têm proteção contra raios;
·          abrigos subterrâneos, metrôs , túneis;
·          grandes construções com estruturas metálicas;
·          barcos ou navios metálicos fechados;
·          desfiladeiros ou vales.
Dentro de casa, evite
·       usar telefone, a não ser sem fio;
·          ficar próximo de tomadas e canos, janelas e portas metálicas;
·          tocar em equipamento elétrico, principalmente ligado 
á rede.

Na rua, nem pense:
·          em segurar objetos metálicos, varas de pesca, tripés, tacos de golfe…
·          empinar pipas, aeromodelos com -ou sem- fio;
·          andar a cavalo;
·          nadar;
·          nem mesmo em grupos.

Evite lugares q não ofereçam proteção contra raios:    
·          construções não protegidas, tais como celeiros, tendas ou barracos;
·          veículos sem capota, tratores, motocicletas ou bicicletas;
·          estacionar próximo a árvores ou linhas de energia.

Locais extremamente perigosos durante tempestades: 
·          topos de morros ou cordilheiras;
·          topos de prédios;
·          áreas abertas, campos de futebol ou golfe;
·          estacionamentos abertos e quadras de tênis;
·          proximidade de cercas de arame, varais metálicos, linhas aéreas e trilhos;
·          proximidade de árvores isoladas;
·          estruturas altas, torres, linhas telefônicas e linhas de energia.
 
Se estiver sem abrigo, sentir os pêlos arrepiarem, e a pele coçar-indicios de que um raio está preste a cair-, ajoelhe- se rápido, curve-se para frente. Coloque as mãos nos joelhos, a cabeça entre eles., e não se deite.
Árvores    
Diariamente milhares de árvores são atingidas por raios. A árvore poderá ou não sobreviver ao relâmpago, dependendo de suas características.
Árvores são atingidas constantemente por raios por serem os objetos mais altos num determinado lugar. Isto ocorre porque o tronco das árvores devido à seiva, em seu interior, é melhor condutor do que o ar. Quando uma descarga atinge uma árvore três coisas podem ocorrer: ela pode não sofrer nenhum dano, ter a casca do tronco parcialmente removida , ou ser totalmente destruída. Se a casca da árvore está bastante molhada, a descarga pode ficar restrita à parte externa, sem causar grandes danos. Se a descarga penetra, ela aquece instantaneamente a seiva, que evapora, causando uma explosão que remove a casca da árvore. Se a umidade da árvore está armazenada no interior do tronco, a descarga sobre a árvore costuma causar sua destruição.

colaboração: consultoria técnica e assuntos extraordinários(em falta!!!) da JMJMárcia

Liliana Peixinho *

                         Esquerda adormecida

Peço sua permissão, leitor, para exercitarmos juntos, aqui, um jornalismo cidadão reflexivo, através de perguntas clássicas para tentarmos nos situar na atual crise mundial, entender o que se passa, quem está causando o que , por que não estamos avançando nas mudanças necessárias,  para onde queremos ir,  como isso é possível, e até quando vamos adiar a garantia de  direitos conquistados.

Pergunto, Que tipo de crescimento o Poder Político  opera  numa  sociedade  com projeções atuais de 50 milhões de desempregados? Que modelo de consumo vamos adotar depois do fracasso irresponsável  e ganancioso dos americanos de um lado;  da massificação  chinesa  na venda de produtos descartáveis sujos, frutos da exploração de 800 milhões de operários;  e na  incontrolável guerra que envolve povos cujos domínios religiosos ortodoxos históricos parecem não avançar jamais?

Qual o papel do Estado que vamos querer ao sentirmos os efeitos econômicos criminosos de  regulamentações, ou falta delas,  que, historicamente ,  só tem favorecido a concentração de renda dos que já são muito ricos, e distanciado o sonho socialista da distribuição de renda entre os que são muito pobres? Se parássemos de produzir inutilidades/lixo para nos concentrarmos na distribuição do que já temos em excesso, em alguns lugares e pessoas,  para outros espaços e pessoas, que não tem nada ou quase nada,  não poderia ser uma grande revolução?

Quem está fazendo uma revisão histórica dos modelos capitais em pauta para que o grande responsável pelo acúmulo da mais valia para o patrão,  o operariado, possa se organizar como ponto de pressão de classe trabalhadora para o  ressurgimento da esquerda, adormecida?  Que tipo de retorno político pode gerar a indignação de eleitores que veem seus eleitos usando fartas e gordas verbas de gabinete, com direito a tudo e um pouco mais, em contrapartida à humilhação de cidadãos morrendo à míngua  pela falta de acesso a direitos básicos mínimos como uma casa limpa, um corpo saudável e uma mente ativa/criativa ?

 Por que o governo de um país faz questão de marquetear, mundo afora, o perfil psicológico/estético de um presidente que parece ter esquecido a luta  operária, orgulho para sua escolha, em nome de um neoliberalismo  que  uniu o Brasil  para combatê-lo no  histórico impeachement presidencial ? Mais importante que multiplicar elogios “espontâneos” de líderes mundiais interessados nas riquezas brasileiras, não seria ver que as pesquisas de popularidade deveriam ser bem mais reais do que mostram os programas pagos para veiculá-las? E potencializar as riquezas do Brasil para os brasileiros? Mas nós jornalistas, mostramos, todos os dias, e muita gente não quer ver, as grandes e dolorosas feridas, em corpos, mentes e almas de brasileiros guerreiros.

Quando a Política estruturante, de grandes linhas, comprometida com o futuro, com o trabalhador, com o cidadão, substituírá a atual pequena política, partidária, preocupada só com a simples substituição /revezamento de cargos, sem os compromissos sociais apaixonantes como a defesa da vida harmoniosa e civilizada nesse planetinha em eterna ebulição?   

Como a ganância do capitalismo, que levou á crise atual, pode se transformar numa grande oportunidade para a construção de um novo paradigma que simplifique  o complicadíssimo  economez,  que insiste  servir o  acúmulo de capital para quem sempre se beneficiou dele, e multiplique a cultura da vida simples, onde a harmonia e bem estar não se vinculam ao acúmulo de carros na garagens, construção de castelos inabitados, capital financeiro virtual especulativo, e posse de bens materiais que em nada elevam a condição humana na cadeia de vida verdadeiramente sustentável , em harmonia com a Natureza, origem da Vida.   

Liliana Peixinho – DRT 1.430 – Jornalista, ativista sócioambiental. Fundadora do Movimento AMA – Amigos do Meio Ambiente www.amigodomeioambiente.com.br
falandonalata.wordpress.com

           Gerando menos resíduos

 

 

Da Natureza, retiramos tudo, limpo, e devolvemos tudo, sujo. Ai vão algumas dicas para reflexão e mudança  de atitudes, para uma nova,revolucionária e simples relação cotidiana.
Nunca devemos deixar de separar o “lixo” reciclável. Plástico, papel e metal são bens preciosos que precisam ser reaproveitados. Todo o lixo que jogamos na rua acaba entupindo os bueiros e causando alagamentos. Separar o lixo, além de gerar mais empregos, contribui para aumentar a vida útil dos aterros sanitários e reduzir os gastos com tratamentos de água e esgoto.

Passo 1: Evite a qualquer custo o uso de produtos descartáveis: dê preferência ao coador de pano, se ainda assim preferir o coador de papel, utilize-o mais de uma vez; dê preferência a alimentos que estejam fora da bandeja de isopor; prefira o copo de vidro e o guardanapo de pano. Sabemos que os produtos descartáveis “facilitam” a nossa vida, mas ressaltando o que falamos no início de nosso curso, é a nossa ATITUDE que fará a diferença.

Passo 2: Quando for ao supermercado leve sempre sua sacola de tecido para carregar suas compras. Se tiver que optar por sacolas plásticas, eleja sempre as oxi-biodegradá veis. Em muitos lugares do Brasil e do Mundo, supermercados já não oferecem sacolas plásticas, demonstrando preocupação com o ambiente.

Passo 3: Não jogue nada fora sem antes verificar se este rejeito pode ser utilizado por alguém.

Passo 4: Prefira sempre produtos orgânicos, pois o cultivo destes se faz livre de agrotóxicos.

Passo 5: Substitua utensílios descartáveis por opções retornáveis, como por exemplo comprar refrigerantes envasados em garrafas de vidro e não de plástico.

 

 

Seu aparelho de TV gasta em média 1500 Watts por hora, significa dizer que ele consome 1,5 Kilowatts (KW) por hora. Ao preço aproximado de R$ 0,30 KWh ele gasta por hora R$ 0,42. Se você acrescentar ainda o valor do imposto (33%), seu aparelho de TV gasta cada hora que fica ligado: 0,42 x 1.33 = R$ 0,55. Dessa forma, evite deixar ligado qualquer aparelho de TV quando ninguém estiver assistindo, assim você economiza energia e ajuda a preservar a natureza.
6. Reduzindo o uso de papel
Cada tonelada de papel que se recicla, significa que deixam de ser cortadas 32 árvores de Pinus e três de Eucalipto. Todo o papel que não reciclamos vai para os aterros sanitários. Reciclar uma tonelada de papel significa 3m3 de espaço livre nos aterros, proporcionando a estes uma vida mais longa.
Você sabia que para produzir uma tonelada de papel reciclado são necessários apenas 2 mil litros de água, enquanto que para produzir o papel tradicional, de cor branca, esse volume pode chegar a 100 mil litros. Assim como os metais e os plásticos, o papel é um bem precioso que precisa ser reciclado.

Passo 7: Tente reduzir ao máximo o consumo de papel.

Passo 8: Separe todo o papel que você utilizar em sua casa e encaminhe para a reciclagem como folhas de caderno, aparas de papel, envelopes, folhas de rascunho, fotocópias, cartazes, panfletos que você receber na rua e caixas.

Passo 9: Evite imprimir suas mensagens eletrônicas, antes de encaminhar para a reciclagem verifique se mais alguém em sua casa não pode utilizar este papel; procure anotar recados sempre utilizando lápis, pois posteriormente você poderá apagá-lo e utilizar o papel novamente.
“Papel usado e reutilizado = menos lixo e mais árvores”

10. Poluindo menos o ar que respiramos. Precisamos urgentemente reduzir a emissão de poluentes. Estima-se que para manter os níveis atuais de gases na atmosfera, precisaremos reduzir em 50% a emissão de poluentes até 2050.
Podemos contribuir para a diminuição da poluição do ar da seguinte maneira:

Passo 11: Para ir ao trabalho utilize sempre que possível o transporte público.
Se não for possível, tente ir sempre de carona com algum colega de trabalho.
Se puder ir a pé ou de bicicleta, será ainda mais perfeito, pois além de contribuir para a
redução da emissão de poluentes.

Passo 12: Regule o motor de seu veículo periodicamente, já que motores desregulados consomem mais combustível e, dessa forma, emitem uma quantidade maior de poluentes. Além disso, pneus bem calibrados proporcionam um melhor desempenho para o seu veículo e, dessa forma, um menor consumo de combustível.

Passo 13: Evite aquecedores a gás, já que estes emitem gases formadores de efeito estufa.

Passo 14: Evite qualquer produto que tenha em sua composição Cloro Flúor Carbono (CFC), pois esta combinação é a principal causadora do buraco na camada de ozônio.

Passo 15: Evite qualquer forma de queimada. Muitas pessoas costumam recolher folhas secas e outros resíduos em seus pátios para depois atear fogo em tudo. Esta fumaça é extremamente prejudicial para o ambiente. Queimadas podem ser denunciadas pelo telefone do 0800 6460193.

Passo 16: Ser eficiente no uso de água e energia e dar preferência a empresas responsáveis: opte por empreendimentos hoteleiros que utilizem métodos racionais no uso da água e energia. Não se esqueça de fazer sua parte, nada de banhos demorados e deixar todas as luzes dos cômodos acessas. Para os deslocamentos contrate transportadoras, cujos veículos são periodicamente revisados, afinal, veículos desregulados poluem mais.

Passo 17: Dar preferência a alimentos e artigos produzidos localmente: além de conhecer a gastronomia e a produção local você estará contribuindo para inserção econômica dos membros da comunidade.
Passo 18: Deixar o lugar tão ou mais limpo do que quando chegou: deposite o lixo em lugares adequados, recicle quando possível, por exemplo, reutilize as garrafas de água. Jamais deixe seu lixo na mata, ao longo das trilhas, guarde tudo e leve de volta com você.

Sabão ou detergente não biodegradável pode causar a contaminação de muitos litros de água. Portanto, na hora do banho ou quando for lavar alguma roupa dê preferência ao sabonete biodegradável.
Passo 19: Ao voltar, difundir a cultura do lugar visitado: dessa forma, outras pessoas poderão visitar o local e esses futuros turistas farão da viagem uma experiência boa para eles e para a população local.
Passo 20: Da natureza nada se tira a não ser fotografias, nada se leva a não ser recordações e nada se deixa a não ser saudades. Lembrem-se dessa frase em suas viagens.

Passo 21: Aproveitando os resíduos orgânicos . O que são resíduos orgânicos?
Em sua maioria, os resíduos orgânicos são restos alimentares. Estima-se que, no Brasil, todos os dias sejam gerados em torno de 80 mil toneladas

Para compensar todo o carbono que emitimos anualmente, teríamos que plantar por ano, cerca de 40 árvores, ou seja, uma árvore para cada 180 quilos de gás carbônico que emitimos. Assim, estaremos fixando o carbono que emitimos e contribuindo para a diminuição do aquecimento global. Pode parecer muito, mas basta plantarmos três árvores por mês para
fazermos a nossa parte!

Passo 22:. Quanto tempo os resíduos precisam para se decompor totalmente?
Ao contrário do que possa parecer, o processo de decomposição dos resíduos na natureza ocorre de forma lenta, podendo em alguns casos se estender por mais de 100 anos. Por isso, é extremamente importante que todos os resíduos, indiferente de sua natureza e composição, recebam tratamento adequado e uma correta destinação.

Passo 23: Você já ouviu falar na expressão “pegada ecológica”? Trata-se de uma expressão do inglês ecological footprint e refere-se à quantidade de água e terra que seria necessária para sustentar as gerações atuais, levando em consideração todos os recursos materiais e energéticos gastos por uma determinada população. A “pegada ecológica” é, atualmente, usada ao redor do globo como um indicador de sustentabilidade ambiental. Pode ser usada para medir e gerenciar o uso de recursos por meio da economia. É comumente usada para explorar a sustentabilidade do estilo de vida de indivíduos, produtos e serviços, organizações, setores industriais, vizinhanças, cidades, regiões e nações.

Embora a escolha de colaborar ou não para a preservação do ambiente seja sua, o Planeta não é só seu. Faça sua parte e não espere pelos outros: a natureza agradece.

FONTE: PORTAL EDUCAÇÃO – EAD “Curso de Práticas de Sustentabilidade”
 

 

salvador vista da ilha-asilveira.jpg

Especulação imobiliária, turismo sexual, exploração da mão de obra nativa e degradação de ecossistemas, trilhas e roteiros eco-turísticos caminham na contramão do turismo sustentável. A harmonia, o equilíbrio, a sustentabilidade, entre a preservação das belezas e potencial natural destes roteiros, continuam dependentes de uma política que só existe para as verbas publicitárias do governo e de grandes empresas. A necessidade de uma gestão compartilhada entre estado, comunidades e empresariado é pauta constante de ambientalistas que acompanham a degradação destas riquezas, seja na Bahia, Nordeste ou no Brasil.

A revolução tecnológica do mundo globalizado aumentou o fluxo de pessoas ao redor do globo. Dados da Organização Mundial do Turismo (OMT) registram aumento de 15 milhões de visitantes, entre janeiro e abril de 2007 e o mesmo período do ano anterior. Em 2006 o Brasil obteve receita cambial turística de US$ 4,32 bilhões, superior em 11,78% ao ano de 2005 (US$ 3,86 bilhões). Especialistas do setor garantem que o País poderia aumentar tais receitas, se os roteiros fossem mnais atrativos e adequados ao desenho do cenário sustentável.

Para ser classificado como sustentável o destino turístico deve atender a requisitos, práticas políticas e ações transversais, que levem em conta, sobretudo, a comunidade local, preservação de ecossistemas, tradições e resgate das raízes culturais, da identidade cultural local, geração de emprego e renda inclusiva, não maquiada por sub-empregos, ou temporários, que exploram e alimentam demandas, sem garantir estruturas para o bem estar de visitantes e trabalhadores.

Essa variável social envolve ações de comunicação, articulação e mobilização, com pesquisas, levantamento de dados, registros fotográficos, depoimentos, questionários, entrevistas, entre outras ferramentas da comunicação. Essas ações fortalecerão o que especialistas chamam de modelo de desenvolvimento endógeno, com mobilização social, participação comunitária, estímulo ao potencial empreendedor, inclusão social e, conseqüentemente, desenvolvimento da comunidade local.

Embora o Brasil esteja no topo dos países mais biodiversos do mundo, estima-se que apenas 10% dos destinos turísticos brasileiros estão próximos de atender a todos os requisitos para serem considerados sustentáveis. De acordo com dados do Conselho Nacional de Turismo, a Serra Gaúcha, no Rio Grande do Sul, e Bonito, no Mato Grosso do Sul, são os modelos mais próximos do que poderíamos chamar de um cluster de turismo, por atender pré-requisitos de práticas sustentáveis que incluem o uso de tecnologias limpas e alternativas, a preservação de ecossistemas e um modelo de gestão compartilhada entre estado, empresas e comunidade local.

Liliana Peixinho é pós-graduada em Mídia e Meio Ambiente. É autora de O Papel da Mídia na Construção do Turismo Sustentável. www.amigodomeioambiente.com.br

Em quê o mar

É maior que o rio?

Talvez fosse bom

menos brio

pro mar

Minas tem razão?

E o sertão?

Pergunte a quem mora lá

E o marzão

Todo prenhe

De liquens

Água doce

Doces verbos

Do ser mar

Mas ai do mar

Se não fosse o rio

Correndo sempre

Em sua direção

ligia-rizerio-buracao-rio-vermelho.jpg

Gente,

por favor,

assinem a petição contra a matança das foquinhas!
Abs e lembrem-se que um dia fomos (ou ainda somos)

FOCAS

 

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defenda a vida…

r.s.

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