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Comércio baiano cresceu 8,5% em julho
Setor apresentou a maior expansão de 2009

O comércio varejista da Bahia apresentou, em julho, expansão de 8,5% no volume de vendas em comparação com igual mês de 2008. Essa foi a maior taxa registrada pelo setor este ano e a mais expressiva desde novembro de 2008. Em comparação com junho, mês imediatamente anterior ao pesquisado, a variação foi de 1,7%. No acumulado dos sete primeiros meses de 2009, em comparação com o mesmo período de 2008, a expansão é de 5,2%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada em âmbito nacional pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e divulgados, em parceria, pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento.
No Brasil, a taxa de crescimento de julho, em relação a julho de 2008, ficou em torno de 5,9%. Na comparação com o mês imediatamente anterior, a expansão foi de 0,5%. No acumulado do ano, de janeiro a julho, a taxa ficou em 4,7%.
“O comércio foi um dos setores essenciais para as taxas positivas do PIB baiano nos 1º e 2º trimestres, e o resultado de julho, com a maior taxa do ano, aponta para um excelente início das atividades econômicas no 3º trimestre”, diz o diretor-geral da SEI, Geraldo Reis. A taxa obtida nesse mês se torna mais significativa em função da comparação com julho de 2008, mês em que o varejo baiano registrou expressivo crescimento de 10,0%.
Em julho deste ano, dos oito ramos de atividade que compõem o indicador do varejo, seis apresentaram variações positivas. Nesse sentido, temos como destaques as vendas de Outros artigos de uso pessoal e doméstico (34,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (15,5%), Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (13,5%), enquanto que no subgrupo de Hiperrmercados e supermercados a variação ficou nesse mesmo patamar (13,5%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (11,7%). Aparecem em seguida os ramos Móveis e eletrodomésticos (4,7%) e Combustíveis e lubrificantes (1,0%).
Por outro lado, permaneceram apresentando contribuições negativas: Equipamentos e materiais para escritório informática e comunicação (32,6%) e Tecidos, vestuário e calçados (1,3%). Nos dois ramos que não compõem o indicador do varejo por abranger o comércio atacadista e o varejista, os resultados foram negativos: Veículos, motocicletas, partes e peças (-4,3%) e Material de Construção (-6,3%).
Hipermercado em alta – A maior contribuição para a expansão do indicador do varejo baiano coube à atividade de maior peso, com quase 50% de participação no setor: o grupo de Hipermercados, supermercados, produtos, alimentícios, bebidas e fumo apresentou seu segundo maior crescimento nas vendas em 2009, com 13,5%, abaixo apenas do registrado em abril (14,3%). Este ramo, ao longo do ano, vem crescendo a taxas superiores às apuradas em igual período do ano passado. De janeiro a julho, o incremento foi de 8,0%. No subgrupo de Hipermercados e supermercados a expansão foi de 13,5% no mês e de 6,9% no acumulado dos sete primeiros meses do ano.
Diferente dos segmentos de bens de valores elevados, os supermercados não sentiram tão intensamente os impactos da conjuntura adversa, em razão de se tratar de bens essenciais cuja aquisição é prioritária. As suas receitas se originam, essencialmente, da comercialização de alimentos, por isso sofrem influência direta da estabilidade de preços dos alimentos, além da criação de postos de trabalho e da melhoria dos rendimentos dos consumidores, em razão principalmente do aumento do salário mínimo.
Com expansão de 34,3%, o segmento de Outros artigos de uso pessoal e doméstico permaneceu liderando a expansão das vendas. Os artigos comercializados por este ramo têm preços unitários compatíveis com o poder de compra de parcela significativa da população, como material ótico e fotográfico, jóias, artigos esportivos e brinquedos. As variações positivas apresentadas nos primeiros sete meses permitiram ao segmento acumular aumento de 37,7%. Nesse período, essa foi a taxa mais significativa dentre os demais ramos que integram o indicador do varejo.
O segundo destaque nas vendas coube ao ramo de Livros, jornais, revistas e papelaria (15,5%), que acumulou no período janeiro-julho a expansão de 18,7%. Esses resultados podem ser creditados ao aumento do emprego e à recuperação da massa salarial dos consumidores. Também, a variedade de produtos comercializados pelas grandes papelarias e livrarias tem concorrido para elevar as vendas. Apesar do ramo apresentar um dos menores pesos no indicador, a expressividade das taxas ao longo do ano deram importante contribuição na formação do indicador do varejo.
Por cinco meses seguidos, as vendas de Móveis e eletrodomésticos apresentaram resultados negativos. Porém, julho foi o terceiro mês consecutivo em que o segmento registrou variação positiva (4,7%). Cerca de 80% das transações comerciais desses bens são feitas por financiamento, estimulados pelas medidas de desoneração tributária recentes.

Ascom/SEI
(71) 3115.4729

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Microempresas lideram contratações formais na Bahia

img20090827_61As microempresas foram as que mais geraram postos de trabalho com carteira assinada nos sete primeiros meses de 2009 na Bahia. Um informe especial sobre mercado de trabalho formal, elaborado pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento, com base nos resultados de julho do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED/ MTE), aponta que as microempresas baianas criaram 28.882 vagas, do total dos 32.890 postos gerados no estado este ano. Mais

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Informativo digital da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI

17/07/2009

Foto_NoticiaBahia fecha semestre com 23 mil novos empregos

Com saldo de 6.119 empregos criados em junho, a Bahia acumula 23.098 novos postos de trabalho em 2009. Este é o quinto mês consecutivo de crescimento do emprego no estado. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED/ MTE), com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, autarquia da Secretaria do Planejamento, e revelam que o estado continua liderando a geração de empregos no Nordeste em 2009. No Brasil, a Bahia ocupa a quinta posição tanto no ano e como no mês, atrás de Minas Gerais (45.596), São Paulo (27.602), Pernambuco (9.790) e Goiás (7.348). Os setores que mais se destacaram na abertura de postos de trabalho no mês foram Agropecuária (2.730), Serviços (1.514), Construção Civil (950), Comércio (720), Indústria de Transformação (278) e Serviços Industrias de Utilidade Pública (34). Mais

Foto_NoticiaComércio tem maior taxa de crescimento do ano em maio

O comércio baiano cresceu 6,9% no mês de maio, em relação a igual período do ano passado. Na comparação com o mês de abril de 2009, a variação foi de 4%, a maior taxa do ranking brasileiro segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo IBGE e analisada, em parceria, pela SEI. As duas taxas foram as maiores do ano de 2009 e reafirmam a tendência de reaquecimento nas vendasMais

Foto_NoticiaRevista recebe artigos sobre Transferência de Renda e Desenvolvimento Regional

A Revista Bahia Análise & Dados, publicada pela SEI, está recebendo proposta de artigos que tratem de Transferência de Renda e Desenvolvimento Regional. A edição vem com três eixos temáticos, o primeiro irá tratar das Possibilidades e limites das transferências de renda no combate às desigualdades socioespaciais, o segundo bloco aborda Transferências de renda diretas e desenvolvimento municipal e o terceiro, Transferências de renda indiretas e desenvolvimento municipal. O prazo para envio é até 30 de setembro e a previsão de publicação é em dezembro. Mais informações no site da SEI ou nos telefones (71) 3115-4709 e 3115-4800. O envio deve ser feito pelo e-mail aedtransferencia@sei.ba.gov.br. Os trabalhos serão submetidos ao exame do Conselho Editorial da RevistaMais

SEI – Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia

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Seagri quer ampliar mercados da fruticultura

A região do Vale do São Francisco experimenta um novo processo de desenvolvimento, sobretudo, com a chegada de mais perímetros irrigados públicos. São mais de cinco mil hectares irrigados, somente com o projeto Salitre, sob a coordenação da Codevasf. O apoio também vem do Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, que recentemente se deslocou com toda a sua equipe técnica para a região, através do projeto Seagri Itinerante, com o propósito de ouvir dos produtores os principais problemas e encontrar, juntos, soluções.

Para o secretário da Agricultura Roberto Muniz, que representou o governador Jaques Wagner durante o lançamento da 20ª Feira Nacional da Agricultura Irrigada – Fenagri, o novo cenário é promissor e o foco deverá ser a ampliação dos mercados. “Não podemos abrir mão do mercado externo, para onde já enviamos 92% das frutas, manga e uva, produzidas na região, mas temos que investir no mercado interno, onde é destinada 30% da produção e emprega mais de 200 mil pessoas. Uma alternativa é incluir as frutas e seus derivados na merenda escolar”.

vida verde - seagrividaverde-seagri

Outra alternativa, segundo Muniz, é incentivar a agroindustrialização, sobretudo nos processos de desidratação e liofilização do fruto, para agregar valor à produção e aumentar a renda do produtor, além de diversificar e verticalizar a produção.  “É preciso construir agroindústrias, onde há produção.

Essa é a maior garantia de viabilidade econômica e social”, concluiu. A feira A Fenagri esse ano está de cara nova e acontece no período de 15 a 18 de Julho, no município de Juazeiro. O novo conceito representa um estímulo ao empreendedorismo, à realização de negócios, inovação tecnológica e com difusão de conhecimentos. A organização do evento estima a participação de 60 mil pessoas, interessadas diretamente na atividade, e a realização de R$ 100 milhões em negócios. Para o secretário estadual Roberto Muniz, as feiras agropecuárias não podem ser palco para shows musicais.

lancamento da fenagri, edileide hora, 18 06 09

lançamento fenagri-edileide hora

O cônsul da Finlândia e presidente da Câmara Brasil-China, Wilson Andrade considera uma boa oportunidade para todos que querem vender e comprar. Ele vai levar ao evento dois compradores chineses interessados na manga e uva produzidas na região.

“A expectativa é ultrapassar a marca de US$ 450 mil em negócios, realizados no ano passado e viabilizar a primeira exportação para a Finlândia”. Acontece em paralelo à Fenagri, a I Conferência sobre Políticas Públicas para a Agricultura Irrigada no Semiárido Brasileiro, com a participação de especialistas e ministros. Ascom/Seagri 19.06.2009-Ana Paula Loiola – 3115-2767/2737

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Informativo digital da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI

19/06/2009

Comércio baiano cresceu 6,8% em abril

Em abril, as vendas do comércio varejista da Bahia cresceram 6,8% em relação a igual período do ano anterior. Essa foi a taxa mais expressiva registrada pelo setor em 2009 na comparação com os respectivos meses de 2008. Em comparação com o mês imediatamente anterior (março de 2009) a variação foi de -0,4%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC/ IBGE), divulgados em parceria pela SEI. Em 2009, comércio acumula crescimento de 3,6%. mais

Diretor de Pesquisas da SEI fala sobre mudanças sociodemográficas

José Ribeiro Soares Guimarães, diretor de Pesquisas da SEI, foi o convidado desta sexta-feira (19) da Série Temas Estratégicos, evento semanal de debates da Superintendência de Planejamento Estratégico da Secretaria do Planejamento. Ribeiro falou sobre Mudanças sociodemográficas na Bahia e no Brasil: oportunidades e desafios para o planejamento. O economista e demógrafo tratou das mudanças estruturais na demografia brasileira, com a redução da natalidade, o aumento da expectativa de vida, o envelhecimento populacional e as tendências migratórias de retorno. Também foram abordados os impactos e demandas desse atual cenário para as políticas públicas e os investimentos privados. Mais

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Comércio cresce 6,8% em abril
maior expansão do varejo no anomarca sei
 
Em abril, as vendas do comércio varejista da Bahia cresceram 6,8% em relação a igual período do ano anterior. Essa foi a taxa mais expressiva registrada pelo setor em 2009 na comparação com os respectivos meses de 2008. Em comparação com o mês imediatamente anterior (março de 2009) a variação foi de -0,4%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC/ IBGE), divulgados em parceria pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento do Estado. Em 2009, comércio acumula crescimento de 3,6%.
 
A taxa mais significativa em abril, na comparação com o ano anterior, foi do ramo de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, com 52,9%, acumulando 41,9% de incremento em 2009. Este foi o melhor resultado do segmento desde janeiro de 2005, quando passou a ser investigado pela pesquisa. O desempenho favorável é resultado a grande variedade de artigos comercializados pelas lojas, especialmente as de cds, material ótico e fotográfico, jóias, artigos esportivos e brinquedos. O desempenho também foi fortemente influenciado pelo aumento das vendas de ovos de chocolate, em razão da Páscoa.
 
Outro ramo que pesou para o crescimento do indicador do comércio foi o de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios bebidas e fumo, com taxa de 14,3% no mês e 6,7% no acumulado do ano. O segmento supermercadista, principal atividade do varejo, vinha apresentando pequenas taxas de crescimento nos meses anteriores. A taxa de abril foi a mais expressiva desde fevereiro de 2007. Esse resultado pode ser creditado, principalmente, ao aumento das vendas dos produtos tradicionalmente consumidos na Semana Santa.
 
Também cresceram em abril os ramos de Combustíveis e lubrificantes (2,9%) e Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumarias e cosméticos (1,6%).
 
Por outro lado, alguns segmentos mais afetados pela crise apresentam queda em abril de 2009, em relação a abril de 2008. São eles Equipamentos e materiais para escritório informática e comunicação (-1,9% no mês e -20,2% no ano), Móveis e eletrodomésticos (-7,4% no mês e -4,8% no ano), Tecidos, vestuário e calçados (-8,0% no mês e -5,6% no acumulado de 2009) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-22,4% em abril e 16,0% no ano). Esses segmentos foram afetados, sobretudo, pelas restrições do crédito, que ficou mais escasso, mais caro e com prazos de parcelamento menos elásticos.
 
Dos ramos que não integram o indicador do varejo, mas são pesquisados pela PMC, Veículos, motocicletas, partes e peças recuaram 8,5% nas vendas e Material de Construção, -10,3%. Os ramos acumularam respectivamente 3,2% e -7,6% de janeiro a abril de 2009. Ascom/SEI – 71 3115-4729

Inflação registra taxa de 0,21% em maiomarca sei
A inflação registrou um aumento de 0,21% em maio, variação superior a apurada no mês de abril que foi de 0,05% e inferior a registrada em maio de 2008, quando a inflação chegou a 0,45%. Os dados são do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), pesquisa calculada e analisada pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento.

Dentre 375 produtos e serviços pesquisados pela SEI, 166 registraram alta nos preços, 140 decréscimos e 69 não tiveram alterações. No último mês analisado, aqueles que mais contribuíram para a elevação da taxa foram: taxa de água e esgoto (36,64%), gastos com empregados domésticos (3,87%), anti-inflamatório e antirreumático (6,31%), resíduo do reajuste da tarifa de energia elétrica residencial (2,63%), cigarro (9,53%), camisa masculina (4,61%), seguro voluntário de veículos (4,03%), cerveja fora do domicílio (0,96%), batata inglesa (14,98%), mão-de-obra (10,62%) e analgésico/ antitérmico (5,56%). Por outro lado, os produtos e serviços cujos preços reduziram e exerceram maiores pressões negativas no índice foram: automóvel novo (-2,31%), gasolina (-2,34%), passagem aérea (-30,42%), excursão, não-escolar (-4,32%), móvel para sala (-5,38%), excursão marítima (-6,52%), álcool combustível (-3,80%), roupa de cama (-5,36%), arroz (-2,86%) e camiseta, blusa e blusão femininos (-1,68%).

Desempenho dos grupos – Dos sete grandes grupos que compõem o IPC/SEI, cinco tiveram aumento e dois reduziram os preços.Veja os resultados dos grupos: Habitação e encargos – apresentou incremento de 3,27% devido ao reajuste da taxa de água e esgoto (36,64%), mão-de-obra (10,62%), resíduo da tarifa de energia elétrica residencial (2,63%) e sabão em pó/pedra (1,62%). Saúde e cuidados pessoais - cresceu 1,29%, motivados pelos aumentos nos preços de alguns produtos, como: anti-inflamatório e antirreumático (6,31%), sabonete medicinal (5,80%), analgésico e antitérmico (5,56%), oftalmológico (5,03%) e hormônio e anticoncepcional (3,92%). Vestuário – variou positivamente em 0,38%.

Os produtos que mais influenciaram para este resultado foram: sandália infantil (7,09%), conjunto esportivo masculino (6,98%) e camisa masculina (4,61%). Despesas pessoais – registrou acréscimo de 0,27%, devido aos aumentos nos preços do futebol (29,03%), bicicleta (11,54%), cigarro (9,53%) e motel (4,27%). Alimentos e bebidas – teve um incremento de 0,08%, causado pelos aumentos dos preços da alimentação fora de domicílio em 0,13% e da alimentação no domicílio em 0,07%. Somente alimentos prontos tiveram reduções nos preços de -1,20%. Transporte e comunicação – teve um decréscimo de -1,19%, em conseqüência das reduções nos preços da passagem aérea (-30,42%), do gás veicular (-3,80%) e da gasolina (-2,34%). Artigos de residência – decresceu -1,54%, devido às reduções nos preços de talheres (-16,51%), filmadora (-11,67%), móvel para sala (-5,38%), entre outros.

Cesta básica – O preço da cesta básica registrou um aumento de 1,99% no mês de maio, na comparação com abril. Dos 12 produtos que a compõem, oito registraram variações positivas: banana prata (10,12%), tomate (7,49%) leite pasteurizado (0,96%), açúcar cristal (0,72%), carne bovina cruz machado (0,49%), café moído (0,42%), pão francês (0,38%) e feijão mulatinho (0,25%). Por outro lado, quatro produtos registraram variações negativas: arroz (-2,86%), óleo de soja (-2,62%), farinha de mandioca (-0,99%) e manteiga (-0,14%). Em maio, a cesta básica passou a custar R$ 177,11 e o trabalhador comprometeu cerca de 38,09% do salário mínimo para adquirir os seus produtos. Ascom/SEI (71) 3115.4729


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Informativo digital da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI

29/05/2009

clip_image003Taxa de desemprego está em 20,5%

A Região Metropolitana de Salvador (RMS) registrou pequeno aumento no desemprego em abril. A taxa que era de 20,1%, em março, passou para atuais 20,5% da População Economicamente Ativa (PEA), de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela SEI, Setre, DIEESE, Fundação Seade e Ufba. Apesar do crescimento, esta é a menor taxa de desemprego registrada nos meses de abril desde o início da pesquisa, em 1996. O número de desempregados foi estimado em 376 mil pessoas, nove mil a mais que em março. Leia mais

 clip_image005IPC-SEI é referência para outros estados

Depois da Paraíba, Alagoas é o segundo estado brasileiro a utilizar o IPC-SEI (Índice de Preços ao Consumidor de Salvador) como modelo para estruturar e informatizar seu sistema de indicadores de preços da capital. Esta semana, em cooperação técnica, a SEI recebeu a visita de dois representantes da Superintendência de Gestão da Informação da Seplan do Estado de Alagoas, que conheceram a tecnologia utilizada pela SEI. Com ajustes, o mesmo sistema será replicado para o IPC de Maceió. Leia mais

Jornalistas participam do curso de indicadores da SEI

Os principais veículos de notícias do estado estão representados noclip_image007 1º Curso de Indicadores Socioeconômicos para Jornalistas, realizado pela SEI. Nesta primeira semana de aulas, foram assunto o PIB, indicadores de preços, comércio exterior, princípios das estatísticas públicas e o papel da imprensa, conceitos dos indicadores e as pesquisas setoriais do IBGE. O objetivo da SEI é contribuir para a formação dos profissionais da imprensa que trabalham com temáticas socioeconômicas. Participam também assessores de comunicação de órgãos governamentais. O curso vai até a próxima sexta, dia 5 de junho. Leia mais

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Resultados de Abril de 2009-SEI
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 -taxa de desemprego aumenta na rms
As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela SEI em parceria com o Dieese, Seade, Setre e UFBA, mostram que em abril a taxa de desemprego total aumentou (2,0%), passando de 20,1% em março para os atuais 20,5% da População Economicamente Ativa (PEA). Esta é a menor taxa de desemprego total nos meses de abril desde o início da pesquisa em 1996. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto cresceu de 12,0% em março para 12,7% em abril enquanto a de desemprego oculto diminuiu de 8,1% para 7,8% no mesmo período.
O contingente de desempregados em abril foi estimado em 376 mil pessoas, 9 mil pessoas a mais que em março. Esse resultado decorreu do crescimento em 7 mil pessoas na População Economicamente Ativa – PEA, combinada com a relativa estabilidade do nível de ocupação (-2 mil), conforme Tabela 1. A taxa de participação passou de 58,7% para os atuais 58,8%.


Estimativas da PEA e Taxas de desemprego por tipo Região Metropolitana de Salvador


Nova ImagemFonte: PED-RMS. Convênio: Dieese, Seade, SEI, Setre e UFBA. Nivel de Ocupação: praticamente estável
Em abril o nível de ocupação da RMS ficou praticamente estável (-0,1%) e o contingente de ocupados foi estimado em 1.458 mil trabalhadores, 2 mil a menos do que em março. Tal resultado deveu-se a movimentos diferenciados entre os setores analisados: houve crescimento nos Serviços (21 mil ocupações ou 2,4%); redução no Comércio (15 mil postos ou 6,4%) e no agregado “Outros Setores” ─ que inclui Serviços Domésticos, Construção Civil e Outras Atividades (8 mil ocupações ou 3,5%); e estabilidade na Indústria.
Segundo a posição na ocupação, em abril, registrou-se crescimento no emprego assalariado (13 mil postos de trabalho ou 1,4%). Observou-se pequeno acréscimo no contingente do setor privado (3 mil ou 0,4%) e no do setor público (10 mil pessoas ou 4,8%). No interior do setor privado, houve ampliação do nível de emprego com carteira assinada (8 mil postos ou 1,3%) e diminuição entre aqueles sem carteira assinada (5 mil empregos ou 3,6%). O número de autônomos e o de trabalhadores domésticos diminuiu 9 mil e 6 mil, respectivamente, enquanto o do agregado “Outros” que inclui os Empregadores, os Trabalhadores Familiares e os Donos de Negócios Familiares, etc., permaneceu estável.
Rendimento dos Ocupados aumenta
(Os dados de rendimentos são apresentados com um mês de defasagem, já que são investigados os rendimentos recebidos no mês anterior ao das entrevistas.)
Em março, o rendimento médio real aumentou para ocupados (2,9%) e para os assalariados (2,2%). Os valores desses rendimentos foram estimados em R$ 1.002 e R$ 1.101, respectivamente. No mesmo período, a massa de rendimentos também cresceu para os ocupados (2,3%) e para os assalariados (2,7%), em razão da elevação dos rendimentos.


Comportamento em 12 meses sei logo
Em relação a abril de 2008, a taxa de desemprego total diminuiu ligeiramente (1,4%), passando de 20,8% para 20,5% da PEA. Esse resultado refletiu o desempenho das taxas de desemprego aberto, que passou de 12,6% para 12,7%, e oculto, que passou de 8,2% para 7,8%.
A redução do contingente de desempregados em 3 mil pessoas foi resultado do acréscimo de 13 mil ocupações, número superior ao de pessoas que passaram a fazer parte da População Economicamente Ativa – PEA (10 mil).
O nível de ocupação apresentou crescimento de 0,9%. Houve aumento do nível de ocupação nos Serviços (18 mil ocupações ou 2,1%) e no agregado “Outros Setores” (16 mil ou 7,8%), que inclui a Construção Civil, os Serviços Domésticos e Outras Atividades. Por outro lado, registrou-se decréscimo da ocupação no Comércio (15 mil ou 6,4%) e na Indústria (6 mil ou 4,6%).
Segundo a posição ocupacional, o contingente de trabalhadores assalariados aumentou 4,9%, com crescimento do emprego no setor privado (33 mil) e no setor público (12 mil). No primeiro, registrou-se aumento no contingente de assalariados com carteira assinada (45 mil) e diminuição entre os sem carteira (12 mil). O número de ocupados no agregado “Outros” diminuiu em 19 mil trabalhadores e o de autônomos em 14 mil. Por sua vez, o contingente de trabalhadores domésticos aumentou em 1 mil pessoas.
Em relação a março de 2008, houve crescimento do rendimento real médio para a população ocupada (7,4%) e para a assalariada (5,3%). Na mesma base de comparação, houve elevação nas massas de rendimentos médios reais dos ocupados (7,5%) e dos assalariados (10,4%). No caso dos ocupados, o acréscimo deveu-se ao crescimento do rendimento, já que o nível de ocupação ficou relativamente estável. Entre os assalariados o acréscimo foi resultado de desempenhos positivos tanto do emprego quanto do nível de rendimento.

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