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o post a seguir nos foi encaminhado pelo jornalista Ernesto Marques, como sugestão às nossas diligentes redações locais, e pode render boa matéria.
os estudantes garantem q a fundação em tela “precisa ser auditada pelo Tribunal de Contas da União, e investigada pelo Ministério Público, estadual e federal, vez que é gestora de recursos publicos, age por leis de mercado, mas não se submete à fiscalização formal, conforme declara o diretor do DCE Emanuel Freire.
ESTUDANTES EXIGEM AUDITORIA PÚBLICA
NA FUNDAÇÃO FACULDADE DE DIREITO DA BAHIA 
Os estudantes de direito da UFBA, decidiram hoje, dia 10 de abril, à unanimidade, em sua Assembléia Estudantil, protocolar Representação junto ao Ministério Público Federal e Ministério Público Estadual requerendo a realização de investigação urgente da Fundação Faculdade de Direito da Bahia – FFDB. Outras medidas também urgentes foram aprovadas. Entre elas, ficou decidido que os estudantes irão enviar ofício ao Tribunal de Contas da União requerendo a Auditoria Pública nas contas da Fundação para apuração das possíveis irregularidades praticadas pela FFDB, além de requererem ao Conselho de Administração da mesma a realização de auditoria privada nas suas contas e a tomada de medidas visando o controle social e a transparência completa das suas contas.
A FFDB distribuiu ontem uma cartilha na qual afirma não se submeter ao controle do TCU e MP por não receber recursos públicos, mesmo que sua própria sede seja no prédio da UFBA.
No entanto, o Prof° Manoel Jorge e Silva Neto divulgou, durante debate realizado ontem à noite na Faculdade de Direito (com a presença do Presidente da FFDB, Prof. Celso Castro), a informação de que a Fundação recebe recursos públicos por parte de órgãos públicos, o que desmontaria a tese da FFDB de que não estaria submetida ao controle do TCU e do MP.
Para os estudantes, a FFDB omitiu a existência de repasses de recursos públicos a fim de evitar a investigação de suas contas pelo poder público. Além disto, as contas nunca são expostas de maneira integral e de fato transparente, sendo uma dúvida permanente questionada por vários estudantes.
Em sua cartilha, a FFDB declara agir na lógica do mercado, ou seja, do lucro, o que é taxativamente proibido a tais fundações. Para os estudantes isto representa uma confissão de que a FFDB age ao arrepio da lei.
Para grande parte dos estudantes presentes a FFDB é uma imensa caixa-preta. O Presidente da FFDB, o advogado Celso Castro, nega as irregularidades.
Por tudo isso, os estudantes irão solicitar o CONTROLE PÚBLICO do MP e TCU na FFDB, para apurar tais denúncias e outras ilegalidades que possam surgir.
Para muitos estudantes, uma auditoria na Fundação poderá fazer estremecer o mundo jurídico baiano.
Emanuel Freire – Visite: www.dce.ufba. br
(71) 8168-3940 / 3432-0705 DCE-UFBA (2007-2008) Quilombo Kizomba – Ousar Ser Diferente

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