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Valença comemora dia do Sincretismo Religioso
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A cidade de Valença, na Costa do Dendê, comemora no próximo domingo, 25 de outubro, o Dia do Sincretismo Religioso. A data foi instituída pela Prefeitura Municipal e será festejada com a lavagem das escadarias da Igreja de Nossa Senhora do Amparo. O evento é realizado todos os anos, quando todas as divindades de origem africana são homenageadas pelo povo. Participarão da festa 20 terreiros de candomblé, além de grupos de capoeira e apresentações culturais do local, como a Zambiapunga, Grupo Arguidá, samba-de-roda, bumba-meu-boi, filarmônicas, fanfarras, grupos afros, entre outros. O Governo da Bahia, através da Bahiatursa e da Coordenação de Turismo Étnico-afro, apoia o evento.
A abertura da festa em louvor a Nossa Senhora do Amparo recebe das baianas um toque especial. Elas percorrem as principais ruas da cidade até chegar ao adro da Igreja do Amparo, numa demonstração de fé e respeito à cultura afro. De portas abertas, a igreja aguarda a chegada do povo-de-santo – os babalorixás, ialorixás e iaôs (pais, mães, filhos e filhas-de-santo), que invocam os orixás pedindo paz, fraternidade, saúde e bonança.
A Bahia é o maior centro de sincretismo religioso do Brasil. O coordenador de Turismo Étnico-afro da Bahiatursa, Billy Arquimimo, afirma que este é o primeiro ano em que o Governo da Bahia, através da Bahiatursa, participa e apoia a Lavagem do Amparo. “Entendemos que este evento expressa toda a singularidade do sincretismo religioso que a Bahia representa e ele entrará para o calendário oficial de eventos do Turismo Étnico do estado”, afirma.
De acordo com o prefeito de Valença, Ramiro Queiroz, a Lavagem do Amparo só perde em número de baianas para a do Bonfim, em Salvador. “A festa tem mais de 40 anos e um significado grande para a cidade. Não só as baianas, mas a comunidade e as autoridades também se vestem de branco para acompanhar o cortejo”, diz Queiroz.
A procissão sairá da orla de Valença às 14h, seguindo pelas principais ruas da cidade com destino ao adro do Amparo, quando as baianas realizam o ato simbólico de lavagem das escadarias da igreja, lançando suas bênçãos, abrindo oficialmente o novenário para os festejos a Nossa Senhora do Amparo, padroeira da cidade. 20/10/2009 www.bahia.com.br Ascom / Setur ascom@setur.ba.gov.br 71 3116-4151 / 4103 www.setur.ba.gov.br
Breve diálogo atribuído ao teólogo brasileiro Leonardo Boff e o Dalai Lama.
frei Leonardo Boff explica: no intervalo de uma mesa-redonda sobre religião e paz entre os povos, na qual ambos (eu e o Dalai Lama) participávamos,eu, maliciosamente, mas também com interesse teológico, perguntei lhe, em inglês capenga:
– “Santidade, qual é a melhor religião?” (Your holiness, what`s the best religion?)
Esperava que ele dissesse:
“É o budismo tibetano” ou “São as religiões orientais, muito mais antigas do que o cristianismo.”
O Dalai Lama fez uma pequena pausa, deu um sorriso, me olhou bem nos olhos -o que me desconcertou um pouco, por que eu sabia da malícia contida na pergunta- e afirmou: “A melhor religião é a que mais te aproxima de Deus, do Infinito”.É aquela que te faz melhor.”
Para sair da perplexidade diante de tão sábia resposta, voltei a perguntar:
- “O que me faz melhor?”
Respondeu ele:
-”Aquilo que te faz mais compassivo” (e aí senti a ressonância tibetana, budista, taoísta de sua resposta), aquilo que te faz mais sensível, mais desapegado, mais amoroso, mais humanitário, mais responsável… Mais ético…
A religião que conseguir fazer isso de ti é a melhor religião…”
Calei, maravilhado, e até os dias de hoje estou ruminando sua resposta sábia e irrefutável…
Não me interessa amigo, a tua religião ou mesmo se tem ou não tem religião.
O que realmente importa é a tua conduta perante o teu semelhante, tua família, teu trabalho, tua comunidade, perante o mundo…
Lembremos:
“O Universo é o eco de nossas ações e nossos pensamentos”.
A Lei da Ação e Reação não é exclusiva da Física. Ela está também nas relações humanas. Se eu ajo com o bem, receberei o bem. Se ajo com o mal, receberei o mal.
Aquilo que nossos avós nos disseram é a mais pura verdade: “terás sempre em dobro aquilo que desejares aos outros”.
Para muitos, ser feliz não é questão de destino. É de escolha.
Pense nisso. web
Eventos em Cachoeira dão Início à Festa da Boa Morte
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A abertura do III Simpósio: Identidades Culturais e Religosidade, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia – URFB, aconteceu nessa quarta-feira, 12 de agosto, onde estiveram presentes o historiador Ubiratan Castro, o reitor da UFRB, Paulo Gabriel Nacif, e representantes da Secretaria de Turismo da Bahia – Setur e Bahiatursa, Manuel Passos e o coordenador do Turismo Étnico, Billy Arquimimo. O evento, que conta com o apoio da Setur e da Bahiatursa, segue até o dia 14 de agosto, sexta-feira.
O reitor da Universidade começou o evento falando sobre a importância do Simpósio para a cidade de Cachoeira. “Esse evento tem uma grande importância para o povo de Cachoeira, já que representa a interiorização do ensino e da democracia para o Estado, além de marcar o início dos festejos da Nossa Senhora da Boa Morte”, disse. O historiador, Manuel Passos, falou sobre a importância da inclusão de novos cursos de graduação na Universidade, sobretudo os cursos de arquitetura e antropologia com ênfase na cultura negra, já que Cachoeira tem uma cultura afro muito forte e uma arquitetura rica.
Durante o evento foi aberta também a exposição “Rota dos Escravos”, que mostra com detalhes como foi a época da escravidão em diversas partes do mundo. O professor Ubiratan Castro, que na ocasião lançou seu segundo livro, “Histórias de Negro”, agradeceu o apoio do Governo do Estado, através da Setur e Bahiatursa. “O governo está mais uma vez reafirmando o compromisso com a cidade de Cachoeira, com as instituições culturais daqui, que é uma cidade intelectual. Tudo isso é muito importante para a democracia da cidade”, disse. O professor contou um pouco da história dos escravos e do surgimento de uma nova nação após a escravidão, além de ter falado sobre seu livro, que traz doze contos sobre o assunto.
Para o coordenador Billy Arquimimo, o evento contribui para movimentar mais a cidade. “Estamos em uma semana importante para a cultura de Cachoeira e para o turismo étnico, já que temos a festa da Boa Morte, que começa nessa quinta-feira, 13 de agosto e segue até dia 15. Nesses dias são discutidos diversos assuntos ligados à cultura negra, que atrai historiadores, palestrantes e turistas em geral”, declarou.
Departamento de Comunicação da Bahiatursa
71 3117 3031
Pegadas na Areia
Margaret Fishback Powers*
Sonhei que estava caminhando na praia
juntamente com Deus.
E revi, espelhado no céu,
todos os dias da minha vida.
E em cada dia vivido,
apareciam na areia, duas pegadas :
as minhas e as d’Ele.
No entanto, de quando em quando,
vi que havia apenas as minhas pegadas,
e isso precisamente
nos dias mais difíceis da minha vida.
Então perguntei a Deus:
“Senhor, eu quis seguir-Te,
e Tu prometeste ficar sempre comigo.
Porque deixaste-me sozinho,
logo nos momentos mais difíceis?
Ao que Ele respondeu:
“Meu filho, Eu te amo e nunca te abandonei.
Os dias em que viste só um par de pegadas na areia
são precisamente aqueles
em que Eu te levei nos meus braços”.
*MARGARET FISHBACK POWERS
Esta é uma das mais famosas Autoras Desconhecidas da net, pois durante anos seu texto vem sendo repassado como de Autor Desconhecido. Entretanto, trata-se de fragmento do livro Pegadas na Areia, publicado em 1964 - USA.
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“Eis que coloquei diante de ti uma porta aberta que ninguém pode fechar.“(Ap 3:8)colaboração da Neusa Moraes e July
momentos de aflição e prova
Momentos de aflição e prova surgem pelo caminho, inesperados, concitando à disciplina espiritual indispensável ao processo evolutivo do ser.
Águas serenas que são açoitadas por fortes vendavais; paisagens tranqüilas que se modificam ao império de tempestades violentas; climas de paz que se convertem em campos de lutas rudes; viagem segura, que se torna perigosa, objetivos próximos de conquistados, que se perdem de repente; saúde que cede à enfermidade; amigos dedicados, que vão adiante; adversários vigorosos, que surgem ameaçadores; problemas econômicos, que aparecem, constringentes, tantos são os motivos de aflição e prova, que ninguém avança, na Terra, sem os experimentar.
Enquanto domiciliado no corpo, espírito algum se encontra em segurança, vitorioso, isento de experiências difíceis, de possíveis insucessos.
Os momentos de prova e aflição constituem recursos de aferição dos valores morais de cada um, mediante os quais o homem deve adquirir mais valiosas expressões iluminativas como suportes para futuros investimentos evolutivo.
Por isso, todos somos atingidos por tais métodos de purificação.
Vigia-te, no momento de aflição e prova, a fim de que não compliques, por precipitação, o teu estado íntimo.
Suporta o vendaval do testemunho com serenidade; recebe a adaga da acusação indébita com humildade; aceita o ácido da reprimenda injusta com nobreza; medita diante do sofrimento com elevação de sentimentos.
Todos os momentos difíceis cedem lugar a outros: os de paz e compreensão.
Não te desalentes, exatamente quando deves fortalecer-te para a luta.
São instantes difíceis, em que as resistências morais devem estar temperadas, suportando as constrições que ameaçam derruir as fortalezas íntimas.
Quando estiveres a ponto de desfalecer, procura refúgio na oração.
Orando, renovar-se-ão tuas paisagens mentais e morais, elevando-te o ânimo e reconfortando-te espiritualmente.
Jesus, que não tinha qualquer dívida a resgatar e que é o Sublime Construtor da Terra, enquanto conosco não esteve isento dos momentos de aflição, demonstrando, amoroso, como vencê-los todos, e, ao mesmo tempo, ensinando a técnica de como retirar do aparente mal as proveitosas lições da felicidade.
Considera-Lhe os testemunhos, e, em qualquer momento em que sejas defrontado pela aflição ou prova, enfrenta a circunstância e extrai do amor a parte melhor da tua tarefa de santificação. txt extraído de Oferenda, psicografado por Divaldo P. Franco, pelo espírito Joanna de Ângelis – Paz e Luz

Festa de Yemanjá, fly acyo, Associação Cultural Yemanjá Ogunté <acyo.acyo@gmail.com>
Odoiá, Janaína
significa mãe cujos filhos e filhas são peixes.
Orixá feminino das águas dos mares, oceanos e do encontro de rios e mares, mãe da maioria dos orixás, é representada como matrona de seios volumosos, símbolo de maternidade fecunda e nutritiva.
é a dona dos oris (cabeças), e as filhas desse orixá são voluntariosas, fortes, rigorosas e altivas.
O mês dedicado a Yemanjá é maio, o dia da semana é o sábado, sua roupa é azul claro com branco, e a guia é de miçangas transparentes.
saudação: Odô Miô.
Ferramenta: abebé (lua e estrela).
a Nação Xambá, no mês de dezembro, oferece flores brancas ao mar -não se oferece panela para Yemanjá.
Fonte: naçãoxambá





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