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Indústria baiana cresce 5,7% em agosto
Refino de petróleo e álcool, com 44% de crescimento, puxou o resultado
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Em agosto, a produção industrial da Bahia cresceu 5,7% em relação ao mês imediatamente anterior, recuperando o recuo de julho. O estado foi um dos que apresentou média acima da nacional (1,2%), ao lado dePernambuco (7,4%), Espírito Santo (6,0%), região Nordeste (3,9%), São Paulo (2,5%) e Rio Grande do Sul (1,9%). Segundo análise de Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento, o crescimento foi puxado pelo refino de petróleo e álcool, com 44,4% de ampliação em sua produção. Também contribuíram positivamente os segmentos de veículos automotores, com 16% de expansão, e de celulose, papel e produtos de papel, com 13,5%.
Os últimos resultados da indústria petrolífera indicam que o setor está em processo de recuperação, o que pode estar associado ao aumento da demanda por esses produtos nos mercados interno e externo. A exportação do segmento de Petróleo e derivados cresceu 222% em agosto, em relação a agosto de 2008. No mês anterior, julho, o segmento havia tido uma queda nas exportações de cerca de 45% em relação ao mesmo mês de 2008.
No caso da demanda interna, o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, avalia que “o acerto da política do governo possibilitou o aumento do consumo interno, que por sua vez reestimulou nossa indústria, aquecendo a economia e demandando uma maior necessidade por derivados do petróleo”.
No confronto com agosto de 2008, a produção industrial da Bahia assinalou queda de 6,1%, menos intensa que a média nacional (-7,2%), que foi de 7,2%. “A crise econômica mundial foi o principal fator para esta queda em relação ao ano passado, mas este crescimento de 5,7% numa comparação com julho demonstra que a Bahia está se recuperando rapidamente, com perspectivas de continuar crescendo”, relata o secretário do Planejamento Walter Pinheiro.
Seis das nove atividades pesquisadas na Bahia apresentaram taxas negativas em relação a agosto de 2008. As principais retrações vieram de produtos químicos (-14,4%), com recuo na produção de uréia e polietileno; metalurgia básica (-15,1%), pela retração de vergalhão de cobre e fio-máquina de aço; borracha e plástico (-16,8%), motivado pela indústria de chapa de plástico e tubos, canos e mangueiras plásticas. As contribuições positivas vieram de refino de petróleo e produção de álcool (3,1%), minerais não-metálicos (7,9%) e alimentos e bebidas (1,0%).
No indicador acumulado no ano, até agosto, a indústria baiana registra queda de 9,5%, com resultados negativos em sete dos nove segmentos pesquisados. As maiores contribuições negativas são de refino de petróleo e produção de álcool (-22,2%), metalurgia básica (-21,0%), produtos químicos (-6,1%) e veículos automotores (-17,5%). Por outro lado, as únicas contribuições positivas no acumulado do ano são dos segmentos de alimentos e bebidas (2,1%) e minerais não-metálicos (7,7%). Ascom/SEI (71) 3115-4729/ 8895-0656
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Informativo digital da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI |
17/07/2009 |
Com saldo de 6.119 empregos criados em junho, a Bahia acumula 23.098 novos postos de trabalho em 2009. Este é o quinto mês consecutivo de crescimento do emprego no estado. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED/ MTE), com análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia, autarquia da Secretaria do Planejamento, e revelam que o estado continua liderando a geração de empregos no Nordeste em 2009. No Brasil, a Bahia ocupa a quinta posição tanto no ano e como no mês, atrás de Minas Gerais (45.596), São Paulo (27.602), Pernambuco (9.790) e Goiás (7.348). Os setores que mais se destacaram na abertura de postos de trabalho no mês foram Agropecuária (2.730), Serviços (1.514), Construção Civil (950), Comércio (720), Indústria de Transformação (278) e Serviços Industrias de Utilidade Pública (34). Mais |
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O comércio baiano cresceu 6,9% no mês de maio, em relação a igual período do ano passado. Na comparação com o mês de abril de 2009, a variação foi de 4%, a maior taxa do ranking brasileiro segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), realizada pelo IBGE e analisada, em parceria, pela SEI. As duas taxas foram as maiores do ano de 2009 e reafirmam a tendência de reaquecimento nas vendas. Mais |
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A Revista Bahia Análise & Dados, publicada pela SEI, está recebendo proposta de artigos que tratem de Transferência de Renda e Desenvolvimento Regional. A edição vem com três eixos temáticos, o primeiro irá tratar das Possibilidades e limites das transferências de renda no combate às desigualdades socioespaciais, o segundo bloco aborda Transferências de renda diretas e desenvolvimento municipal e o terceiro, Transferências de renda indiretas e desenvolvimento municipal. O prazo para envio é até 30 de setembro e a previsão de publicação é em dezembro. Mais informações no site da SEI ou nos telefones (71) 3115-4709 e 3115-4800. O envio deve ser feito pelo e-mail aedtransferencia@sei.ba.gov.br. Os trabalhos serão submetidos ao exame do Conselho Editorial da Revista. Mais |
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| SEI – Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia
Av Luiz Viana Filho, 435 – 4ª avenida, 2º andar – CAB CEP 41745-002 Salvador – BahiaTel.: 55 (71) 3115-4704 – Fax: 55 (71) 3116-1781 – www.sei.ba.gov.br Assessoria de Comunicação: (71) 3115-4729, imprensa@sei.ba.gov.br
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Indústria baiana cresce 7,5% em maio
Em maio de 2009, a produção industrial cresceu, em relação ao mês de abril, em oito dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A Bahia, com taxa de 7,5%, teve o segundo melhor desempenho, logo atrás do Amazonas (11,7%). O crescimento da produção industrial no estado, em maio, recupera em parte o recuo de 10,9% em abril. Segundo análise da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento (Seplan), a partir dos dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), o segmento de refino de petróleo e álcool, com incremento de 28,7%, foi o principal responsável pela recuperação do indicador industrial comparativo a abril.
Neste indicador, também cresceram os ramos de celulose, papel e produtos de papel (5,0%), produtos químicos (4,9%), borracha e plástico (17,6%) e metalurgia básica (7,0%). Por outro lado, tiveram retração frente a abril: alimentos e bebidas (-0,3%), minerais não-metálicos (-3,2%) e veículos automotores (-1,6%).
“Os resultados confirmam que a economia baiana vem recuperando sua dinâmica, após os impactos negativos da crise financeira internacional”, avalia o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro, lembrando que, além da produção industrial, também houve incremento, em maio, na arrecadação e na geração de emprego, com dados do Ministério do Trabalho indicando saldo positivo de mais de 9 mil postos de trabalho na Bahia. “De cada três novas vagas geradas no Nordeste, em maio, duas foram criadas no mercado de trabalho baiano, sendo que do total no estado, cerca de 80% dos novos postos foram gerados em municípios fora da Região Metropolitana de Salvador, o que ressalta o bom desempenho do processo de descentralização da economia implementado pelo Governo do Estado”, salientou o titular da Seplan.
De acordo com o secretário, a Bahia já apresentou um resultado positivo do PIB no 1º trimestre e a expectativa é de resultados positivos nos trimestres subseqüentes, com um potencial de crescimento maior no 2º semestre do ano. “A Bahia está se posicionando bem diante da crise internacional”, conclui Walter Pinheiro.
O diretor-geral da SEI, Geraldo Reis, destaca que o resultado da indústria está coerente com os resultados de outros indicadores. “O montante arrecadado pelo Estado com o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) atingiu a marca de R$ 836 milhões, um incremento de 7,67% em relação a abril, e 6,98% acima dos valores de maio de 2008. A maior contribuição veio do setor industrial, que arrecadou mais 14,45% (R$ 368 milhões) em relação a maio de 2008. O aquecimento do setor também se reflete na geração de emprego. O Ministério do Trabalho e Emprego registrou novos 1.870 empregos na indústria de transformação no mês e a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salários (PIMES/IBGE), aponta aumento de 15% no pessoal ocupado no refino de petróleo, e de 11%, na metalurgia”, analisa.
Outros estados também apresentaram taxas acima da média nacional (1,3%) em maio, na comparação com abril: São Paulo (2,4%), região Nordeste (1,8%) e Minas Gerais (1,4%). Já Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro tiveram incremento de 0,6%. Pernambuco (0,0%) repete o patamar do mês anterior. As regiões com recuo na produção foram Espírito Santo (-0,6%), Goiás (-1,2%), Paraná (-4,1%), Ceará (-4,3%) e Pará (-5,6%).
Em relação a maio de 2008, todas as localidades pesquisadas pela registraram taxas negativas.
A Bahia acompanhou a tendência nacional (cuja média foi de -11,3%), com decréscimo de 12,3%. Esta é a oitava taxa negativa consecutiva da indústria quando se compara os resultados com o mesmo período do ano anterior, confirmando que este é o segmento mais afetado pela crise na economia mundial. Seis dos nove setores fabris pesquisados tiveram queda no estado. O principal impacto negativo veio de refino de petróleo e produção de álcool (-48,1%), por conta da menor fabricação de óleo diesel e nafta e da paralisação, em parte, de uma grande refinaria.
Outros setores que influenciaram o recuo na indústria no período foram: alimentos e bebidas (-10,3%), por conta da queda na produção de leite em pó e refrigerantes; e de metalurgia básica (-9,1%), proveniente da retração na produção de lingotes, blocos e placas de aços ao carbono, e ouro em barras.
Em sentido contrário, produtos químicos (6,0%), oriundos do crescimento na produção de polietileno de alta densidade e etileno não-saturado; celulose e produtos de papel (5,6%), proveniente do aumento na produção de papel não revestido e celulose; e minerais não-metálicos com taxa de 3,0%, sendo influenciado pelo aumento na produção de massa de concreto e granito talhado, exerceram as principais influências positivas.
A indústria baiana acumula de janeiro a maio de 2009 um recuo de 12,5%, pressionada pelas taxas negativas em seis das nove atividades industriais. Refino de petróleo e produção de álcool (-28,4%), produtos químicos (-11,7%) e metalurgia básica (-26,4%) foram os segmentos com as maiores contribuições para a queda no período. Por outro lado, as maiores contribuições positivas vieram dos segmentos de alimentos e bebidas (4,6%), com aumento na fabricação de óleo de soja em bruto e farinhas e “pellets” da extração de soja, e celulose e papel (2,9%), em função do aumento na produção de pastas químicas de madeira e papel não revestido.
Nos últimos 12 meses, a taxa recuou 5,2% e prossegue em trajetória decrescente desde outubro de 2008 (4,7%), mês que marca o início dos efeitos da crise no Brasil.
Ascom/ SEI (71) 3115-4729
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Informativo digital da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia – SEI |
29/05/2009 |
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A Região Metropolitana de Salvador (RMS) registrou pequeno aumento no desemprego em abril. A taxa que era de 20,1%, em março, passou para atuais 20,5% da População Economicamente Ativa (PEA), de acordo com a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada pela SEI, Setre, DIEESE, Fundação Seade e Ufba. Apesar do crescimento, esta é a menor taxa de desemprego registrada nos meses de abril desde o início da pesquisa, em 1996. O número de desempregados foi estimado em 376 mil pessoas, nove mil a mais que em março. Leia mais |
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Depois da Paraíba, Alagoas é o segundo estado brasileiro a utilizar o IPC-SEI (Índice de Preços ao Consumidor de Salvador) como modelo para estruturar e informatizar seu sistema de indicadores de preços da capital. Esta semana, em cooperação técnica, a SEI recebeu a visita de dois representantes da Superintendência de Gestão da Informação da Seplan do Estado de Alagoas, que conheceram a tecnologia utilizada pela SEI. Com ajustes, o mesmo sistema será replicado para o IPC de Maceió. Leia mais |
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Jornalistas participam do curso de indicadores da SEI Os principais veículos de notícias do estado estão representados no |
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SEI – Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia Av Luiz Viana Filho, 435 – 4ª avenida, 2º andar – CAB CEP 41745-002 Salvador – Bahia |
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Resultados de Abril de 2009-SEI
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-taxa de desemprego aumenta na rms
As informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela SEI em parceria com o Dieese, Seade, Setre e UFBA, mostram que em abril a taxa de desemprego total aumentou (2,0%), passando de 20,1% em março para os atuais 20,5% da População Economicamente Ativa (PEA). Esta é a menor taxa de desemprego total nos meses de abril desde o início da pesquisa em 1996. Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto cresceu de 12,0% em março para 12,7% em abril enquanto a de desemprego oculto diminuiu de 8,1% para 7,8% no mesmo período.
O contingente de desempregados em abril foi estimado em 376 mil pessoas, 9 mil pessoas a mais que em março. Esse resultado decorreu do crescimento em 7 mil pessoas na População Economicamente Ativa – PEA, combinada com a relativa estabilidade do nível de ocupação (-2 mil), conforme Tabela 1. A taxa de participação passou de 58,7% para os atuais 58,8%.
Estimativas da PEA e Taxas de desemprego por tipo Região Metropolitana de Salvador
Fonte: PED-RMS. Convênio: Dieese, Seade, SEI, Setre e UFBA. Nivel de Ocupação: praticamente estável
Em abril o nível de ocupação da RMS ficou praticamente estável (-0,1%) e o contingente de ocupados foi estimado em 1.458 mil trabalhadores, 2 mil a menos do que em março. Tal resultado deveu-se a movimentos diferenciados entre os setores analisados: houve crescimento nos Serviços (21 mil ocupações ou 2,4%); redução no Comércio (15 mil postos ou 6,4%) e no agregado “Outros Setores” ─ que inclui Serviços Domésticos, Construção Civil e Outras Atividades (8 mil ocupações ou 3,5%); e estabilidade na Indústria.
Segundo a posição na ocupação, em abril, registrou-se crescimento no emprego assalariado (13 mil postos de trabalho ou 1,4%). Observou-se pequeno acréscimo no contingente do setor privado (3 mil ou 0,4%) e no do setor público (10 mil pessoas ou 4,8%). No interior do setor privado, houve ampliação do nível de emprego com carteira assinada (8 mil postos ou 1,3%) e diminuição entre aqueles sem carteira assinada (5 mil empregos ou 3,6%). O número de autônomos e o de trabalhadores domésticos diminuiu 9 mil e 6 mil, respectivamente, enquanto o do agregado “Outros” que inclui os Empregadores, os Trabalhadores Familiares e os Donos de Negócios Familiares, etc., permaneceu estável.
Rendimento dos Ocupados aumenta
(Os dados de rendimentos são apresentados com um mês de defasagem, já que são investigados os rendimentos recebidos no mês anterior ao das entrevistas.)
Em março, o rendimento médio real aumentou para ocupados (2,9%) e para os assalariados (2,2%). Os valores desses rendimentos foram estimados em R$ 1.002 e R$ 1.101, respectivamente. No mesmo período, a massa de rendimentos também cresceu para os ocupados (2,3%) e para os assalariados (2,7%), em razão da elevação dos rendimentos.
Comportamento em 12 meses 
Em relação a abril de 2008, a taxa de desemprego total diminuiu ligeiramente (1,4%), passando de 20,8% para 20,5% da PEA. Esse resultado refletiu o desempenho das taxas de desemprego aberto, que passou de 12,6% para 12,7%, e oculto, que passou de 8,2% para 7,8%.
A redução do contingente de desempregados em 3 mil pessoas foi resultado do acréscimo de 13 mil ocupações, número superior ao de pessoas que passaram a fazer parte da População Economicamente Ativa – PEA (10 mil).
O nível de ocupação apresentou crescimento de 0,9%. Houve aumento do nível de ocupação nos Serviços (18 mil ocupações ou 2,1%) e no agregado “Outros Setores” (16 mil ou 7,8%), que inclui a Construção Civil, os Serviços Domésticos e Outras Atividades. Por outro lado, registrou-se decréscimo da ocupação no Comércio (15 mil ou 6,4%) e na Indústria (6 mil ou 4,6%).
Segundo a posição ocupacional, o contingente de trabalhadores assalariados aumentou 4,9%, com crescimento do emprego no setor privado (33 mil) e no setor público (12 mil). No primeiro, registrou-se aumento no contingente de assalariados com carteira assinada (45 mil) e diminuição entre os sem carteira (12 mil). O número de ocupados no agregado “Outros” diminuiu em 19 mil trabalhadores e o de autônomos em 14 mil. Por sua vez, o contingente de trabalhadores domésticos aumentou em 1 mil pessoas.
Em relação a março de 2008, houve crescimento do rendimento real médio para a população ocupada (7,4%) e para a assalariada (5,3%). Na mesma base de comparação, houve elevação nas massas de rendimentos médios reais dos ocupados (7,5%) e dos assalariados (10,4%). No caso dos ocupados, o acréscimo deveu-se ao crescimento do rendimento, já que o nível de ocupação ficou relativamente estável. Entre os assalariados o acréscimo foi resultado de desempenhos positivos tanto do emprego quanto do nível de rendimento.
Divulgação da PED-RMS e PED-Metropolitana de março
O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) convidam para a coletiva de divulgação dos resultados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) referente ao mês de março de 2009. O encontro acontecerá dia 29/04, quarta-feira, às 10 horas, na sala de reuniões da SEI (4ª Av. do CAB, nº 435, 2º andar). Este mês, irão participar da coletiva José Geraldo Reis, Diretor Geral da SEI, José Ribeiro, Diretor de Pesquisas da SEI, Vania Moreira, coordenadora de Pesquisas e Sistemáticas Especiais da SEI, Ana Margarete Simões, Coordenadora da PED/Dieese e Luiz Chateaubriand, economista da SEI.
Pauta:
1. INFORME PED-RMS, com os indicadores mensais de desempenho da ocupação, do desemprego e dos rendimentos no mercado de trabalho metropolitano de Salvador. A Pesquisa vem sendo realizada na Região Metropolitana de Salvador, desde 1996, através de convênio entre o DIEESE, a SEI, a Fundação SEADE, a SETRE-BA e a UFBA, com o apoio do MTE-FAT.
2. BOLETIM METROPOLITANO DO SISTEMA PED, com os indicadores mensais de desempenho do mercado de trabalho do conjunto das seis regiões em que a PED é realizada (Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Recife e Distrito Federal).
serviço – o que: Coletiva de Imprensa – PED MÊS MARÇO/2009 // onde: SEI-4ª Av. do CAB, nº 435, 2º andar// quando: nesta
quarta-feira, 29/04/2009, às 10h // informações: DIEESE: 71 3242-7880 – 9174-6679 // SEI: (71) 3115-4729 -3115-8690
Desemprego permanece estável na Bahia — SEI 27/03/2009
Em fevereiro, o desemprego na Região Metropolitana de Salvador (RMS) se manteve estável, em 19,4%, conforme os dados apresentados pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), realizada em parceria entre a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria do Planejamento, DIEESE, UFBa, Setre e Fundação Seade. A RMS se destacou por ter sido a única, dentre as seis regiões pesquisadas pela PED, onde não houve aumento da taxa de desemprego no segundo mês do ano. Leia mais
Lançamento – Anuário Estatístico da Bahia – 2006
A SEI lança o 20º volume do Anuário Estatístico da Bahia, com dados referentes ao ano de 2006. A publicação que abrange aspectos geográficos, demográficos, sociais e econômicos do Estado vem com dados sistematizados que formam um importante instrumento de apoio a estudos, formulação, monitoramento e avaliação de políticas públicas. O título está disponível para download no site da SEI (www.sei.ba.gov.br) e sua versão impressa pode ser adquirida na Biblioteca Rômulo Almeida, na SEI.
Leia mais SEI – Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia -Av Luiz Viana Filho, 435 – 4ª avenida, 2º andar – CAB CEP 41745-002 Salvador – Bahia 71 3115-4704 – Fax: 55 (71) 3116-1781 – www.sei.ba.gov.br Assessoria de Comunicação: (71) 3115-4729, imprensa@sei.ba.gov.br
Compor a base de um programa de desenvolvimento urbano e regional, com ênfase na logística e no transporte, é o principal objetivo do estudo “Estratégias Logísticas para Desenvolvimento da Macrorregião de Salvador – Feira de Santana”, financiado pelo Banco Mundial (BIRD). À frente do projeto está a SEI, por meio da Diretoria de Estudos (Direst), e o Departamento de Infra-Estrutura de Transporte da Bahia (Derba). Com vistas à formação deste estudo, foi aberto processo licitatório para a contratação de consultoria especializada em logística, planejamento de transportes e desenvolvimento regional e urbano.
release-SEI confirma PIB de 4,8% em 2008
Mesmo com a desaceleração no ritmo de crescimento da economia no final de 2008, a equipe de Contas Regionais da SEI confirmou o fechamento do Produto Interno Bruto (PIB) anual em 4,8%, sobre a taxa de 4,5% em 2007. No quarto trimestre, o PIB da Bahia teve um incremento de 1,3%. O setor agropecuário, com uma expressiva taxa de 14,2%, foi decisivo para diminuir a tendência de arrefecimento da economia baiana no período. O segmento de serviços expandiu 1,5%, e o setor industrial apresentou a maior retração dos últimos cinco anos (-1,6%) no trimestre, influenciado pela queda de 7% na indústria de transformação.
“Os números divulgados para a Bahia mostram estreita relação com os resultados nacionais. No trimestre, Bahia e Brasil tiveram a mesma taxa de expansão de 1,3% em relação ao mesmo período de 2007. No anual, o PIB brasileiro fechou 2008 com um crescimento de 5,1%”, disse Geraldo Reis, diretor geral da SEI, em divulgação à imprensa realizada hoje (11).
O estado também acompanhou a tendência nacional nos desempenhos dos setores que compõem o PIB no quarto trimestre. No Brasil, a indústria teve
queda de 2,1%, enquanto os serviços e a agropecuária cresceram 2,5% e 2,2%, respectivamente. “Os setores da economia devem ser analisados de forma diferenciada em relação aos impactos causados pela crise. Enquanto segmentos da indústria ligados à exportação tiveram forte retração, tivemos um crescimento expressivo na agropecuária”, acrescentou Geraldo Reis.
O diretor ressaltou ainda a grande convergência entre a estimativa preliminar do PIB anual divulgada pela SEI em setembro de 2008 e o resultado apresentado agora, que confirmou a taxa de 4,8%.
Resultados anuais - A agropecuária fechou 2008 com crescimento de 5,6%, especialmente, devido ao aumento de 14% na produção de grãos, que teve safra recorde na Bahia, atingindo 6,2 milhões de toneladas. A soja, devidamente recuperada das perdas do ano de 2006, teve expansão de aproximadamente 20%, com uma safra de 2,7 milhões de toneladas. Com esses resultados, a agricultura encerrou o ano de 2008 com uma expansão na produção de aproximadamente 7%.
“Diante de uma tendência de retração da indústria, em especial da indústria de transformação, a manutenção do consumo das famílias e os investimentos em obras de estrutura e logística tornam-se fundamentais como estratégia de resistência à crise”, pontuou Geraldo Reis.
Reflexo imediato das obras do metrô de Salvador e do boom imobiliário, a construção civil, segmento que absorve uma elevada quantidade de mão-de-obra, voltou a apresentar expansão na atividade, com crescimento de 8,4%, melhor resultado dos últimos 5 anos.
Os serviços tiveram 4,6% de incremento no ano. O setor do comércio gerou aproximadamente 13.700 novos postos de trabalho, no período compreendido entre janeiro e dezembro de 2008. Na Bahia, há 61 meses consecutivos as vendas do comércio apresentam incrementos reais na atividade. No quarto trimestre de 2008, em relação ao igual período do ano anterior, o comércio baiano apresentou uma expansão de 1,8%, acumulando, 6,3% em 2008.
Diversas outras atividades ligadas ao setor de serviços apresentaram expansão no nível da atividade, entre elas os setores ligados ao turismo, que foram bastante favorecidos pelo do aumento do dólar, que desestimulou as viagens para o exterior. O setor de alojamento e alimentação, como resposta direta desse movimento da economia, expandiu-se 6,7%.
Ascom-SEI - 71 3115-4729 // 71 8895-0656












Carta dos leitores